Corrida, Triathlon e Powerlifting

Renovos e Raízes,

Ontem, em uma manhã de trégua dos rigores invernais, tive a oportunidade de rever amigos e aumentar um pouco o conhecimento a respeito do treinamento de Triathlon e Powerlifting. Para isso, estive presente em dois eventos: o início do treino de sábado da Equipe Daniel Rech (EDR), e o bate-papo sobre Os Extremos do Desempenho realizado no Estúdio Pretto com a presença dos treinadores Lucas Pretto e Ana Paula Viola, e do Professor Dr. Álvaro Reischak de Oliveira da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

O treinamento da EDR na Beira-Rio foi aquela festa costumeira. Fazia algum tempo que eu não aparecia lá, e fiquei muito feliz de perceber que a equipe se renova a cada sazão. E, em meio ao novedio, também é gratificante perceber que as raízes mais vetustas são preservadas e estimuladas com o característico desvelo do Professor Daniel Rech. Confesso que até, coisa que não acontecia há muito tempo, senti vontade de correr! Talvez, num sábado desses eu apareça por lá de bermudas…

Deixo-os, agora, com o pequeno vídeo que gravei lá na Beira-Rio do início do treino da EDR.

Saí do Parque Marinha e fui direto para o Estúdio Pretto assistir à palestra mencionada no primeiro parágrafo. Eu ainda não conhecia o estabelecimento do meu amigo Lucas Pretto, e fiquei impressionado com a beleza e a organização do ambiente. Se você se interessa por treinamento funcional e suas variações e sutilezas, recomendo uma visita ao local para conhecer um dos mais modernos centros de treinamento da nossa capital.

Inicialmente, os treinadores/atletas Lucas e Ana apresentaram rapidamente um resumo das suas planilhas de treino para o Ironman Brasil 2017 em Florianópolis/SC, e o Mundial de Powerlifting na Bielorrússia respectivamente. Em seguida, os treinadores abriram a palavra aos presentes para que questionassem a eles e ao Professor Álvaro.

Dentro dos vários questionamentos e das informações trazidas pelo Professor Dr. Álvaro, chamou-me a atenção a importância atribuída pelo mestre ao “olho do treinador”. Este “equipamento” permite que o profissional seja capaz de identificar para que modalidades e provas o atleta terá maior chance de um bom rendimento e de sucesso. Pôde-se perceber que se trata de um item fundamental na bagagem dos treinadores.

Em outro momento, o próprio Professor Lucas Pretto perguntou a respeito da longevidade dos atletas de alto nível. A título de exemplo, pode-se observar que os cinco melhores tenistas do mundo atual têm idade superior a 30 anos. Vejam a resposta do Professor Dr. Álvaro Reischak de Oliveira.

A minha surpresa ainda aumentou quando o Professor Álvaro mencionou que pesquisas recentes têm apontado para a diminuição do volume e do tempo de treinamento. O que se busca conhecer hoje é o quão mínimo pode ser um treinamento eficiente (fazer certo o treino) e eficaz (fazer o treino certo) – este treinamento, por ser mais curto, provocaria menos lesões e, consequentemente, um aumento da vida útil do atleta.

Extremamente satisfeito com o que presenciei ontem, deixo-os agora com os votos de que continuem treinando e dedicando-se da melhor maneira possível. Quer correndo, quer fazendo triathlon, quer levantando pesos, sejam muito felizes! Que o bom e poderoso criador do universo faça com que “renovemos as nossas forças, subamos com asas como águias, andemos e não nos fadiguemos, corramos e não nos cansemos! ” (Isaías 40: 31).

Abraços para quem for de abraço e beijos para quem for de beijo!

Juarez Arigony

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Curso de Corrida de Rua – Aprenda a Construir Planilhas Eficientes e Personalizadas

Queridas Veláz e Queridos Ázquez,

Se você participa de um dos excelentes grupos de corrida da capital dos gaúchos, deve ter percebido que, neste final de semana, o seu treinador não deu o ar da graça no treino. Pois saiba que ele estava fazendo o Curso de Corrida de Rua do Professor Álvaro Velázquez. O evento foi realizado na tradicionalíssima escola de atletismo da SOGIPA sob as bênçãos dos Professores José Haroldo Loureiro Gomes (Arataca) e Leonardo Ribas.

Além dos inúmeros ensinamentos compartilhados pelo Professor Velázquez – mestre oriundo da escola cubana – o encontro, realizado durante todo o sábado e na manhã de domingo, foi uma excepcional oportunidade de confraternização entre os professores das principais assessorias gaúchas e os amantes das provas de rua. Abaixo, Professor Thiago Bicca (Raiasul), Professor Lázaro Velázquez, Professor Quevedo (Raiasul) e eu (Raiasul) no salão Bremen da SOGIPA – local das aulas teóricas.

Conforme foi salientado pelo mestre em sala de aula, o treinamento de corrida de rua bem planejado é uma arte devido às inúmeras variáveis, condicionantes e sentimentos que estão envolvidos neste esporte. Desta forma, eu não teria condições de apresentar aqui tudo o que abordamos e discutimos durante o encontro. Sendo assim, preferi mostrar para vocês alguns destaques da parte prática que foi realizada na pista da SOGIPA – a melhor pista de atletismo do Brasil. Abaixo, alguns dos professores que participaram do curso: Eduardo Remião, Eduardo Marques, Jorge Goebel, Gabriel Peralta, eu, Daniel Rech, amigo do Dani e Davi Grass.

E, sem mais delongas, vamos ao vídeo onde o Professor Lázaro Velázquez apresenta, na prática, vários dos exercícios que foram abordados em sala de aula.

Antes de finalizar o texto, gostaria de convidá-los a participar da Corrida de Aniversário de 150 Anos da SOGIPA. A prova será realizada no próximo dia 20 de agosto (domingo), e será disputada nas distâncias de 3, 5 e 10 Km. Seguindo os moldes olímpicos, a largada e a chegada acontecerão dentro da moderníssima pista atlética da sociedade – excelente oportunidade para conhecer esta beleza da arquitetura esportiva. Vejam as informações no site http://www.sogipa.com.br/web/eventos/corrida-da-sogipa-2017.Ainda, aproveito a oportunidade para convidá-los a participar da Campanha Vai Arthur (https://www.facebook.com/vaiarthur/). A imagem pode conter: 1 pessoa, sapatos e textoAo nascer, Arthur sofreu uma hemorragia cerebral e tem paralisia cerebral quadriplégica espástica, com sequelas motoras que o impossibilitam de fazer movimentos simples como sentar sozinho, levantar-se, andar independentemente e muitas outras tarefas básicas para crianças de sua idade. A campanha tem o objetivo de angariar fundos para a realização da cirurgia corretiva (Rizotomia Dorsal Seletiva). Essa cirurgia é realizada nos Estados Unidos, pelo Dr. T. S. Park (inventor da técnica), porém, apresenta um custo muito alto para a família do Arthur (U$ 60.000,00).

Pedindo ao bom e soberano Deus que continue abençoando e protegendo o Arthur e os corredores de rua, encerro este post.

Abraços para quem for de abraço, e beijos para quem for de beijo.

Juarez Arigony

34ª Maratona Internacional de Porto Alegre – Domingo, 11 de Junho de 2017

Minhas Despas e Meus Citos,

             Para quem não sabe, toda corrida de rua começa muito antes do que se possa imaginar. No caso da Maratona Internacional de Porto Alegre, o início é ainda mais cedo! Vocês acreditam que os professores Scham, Remião, Daniel Rech e Tiago Bicca (ao meu lado) tiraram esta foto antes das quatro horas da manhã?

Mas, quando a gurizada começou a chegar, ainda não tinha amanhecido!

Daqui a pouco chegou a banda “The Four Carrots and A Tomato”!

Além da banda acima, também tivemos a presença da dupla sertaneja romântica “Neusita & Pablito”!

E, para aqueles que creem que a corrida deixa a pessoa feia, deem uma olhada na foto abaixo, e digam-me se isso não é uma baita mentira!

Juntos e misturados a Equipe Daniel Rech e os Amigos da Corrida (de Uruguaiana/ RS) minutos antes da partida!

E por falar em partida, vejam o que era a aglomeração dos atletas antes do tiro – eu contei vinte mil orelhas!

E, naquele frio de cerca de 11°C, foi dada a largada!

E, em meio ao frio e a névoa da partida, consegui avistar a alegria da Tati e a elegância do Coronel!

Fechando os sete primeiros quilômetros, avistei meu amigo Clayton e sua inconfundível passada!

Um pouco depois, no mesmo lugar, passou a vitoriosa Tati!

Vejam o pelotão dos músicos! Entre eles, o meu amigo Júlio Wilasco!

E a estileira da Dalila fechando os 21 Km!

Feliz da vida – e com razão – o grande Clênio!

Abaixo, o Jorjão está devolvendo o carinhoso beijo que enviei (e aproveito para reenviar) para o meu casal preferido: Lúcia & Jorge – estou com saudade de vocês!

Abaixo, a Tati esbanjando estilo e simpatia!

Vejam também a Siomarinha deixando para trás um juiz e três jogadores do Manchester City!

A prova ainda nos trouxe a benfeitora presença da “Mulher Maravilha” – ajudando aqueles que queriam entregar os pontos! (Mas esta “Mulher Maravilha” pediu pra ser feia e veio se batendo nas tunas!).

E, depois de 42,195 Km aí está o grande Clayton chegando! Parabéns, meu amigo!

E, um pouco atrás, o meu amigo Cézar, sendo recebido e apoiado pela Dalila! Parabéns, queridíssimo casal!

Vocês sabem que eu sempre gosto de terminar os posts com uma foto bonita. Por isso, aí está o meu amigo Márcio Faraco com a sua inspiração no colo após cruzar a linha de chegada! Que coisa mais linda esta criança – pediu pra ser bonito e veio deslizando na neve!

Mostro agora um pequeno vídeo com a chegada do vencedor da prova, o monstro queniano de 24 anos, Elijah Chebonei!

Vocês poderão ver mais algumas fotos acessando o meu face!

             Por hora, me despeço pedindo ao bom e soberano Deus que nos ajude a correr cada dia mais forte!

Abraços pra quem for de abraço e beijos pra quem for de beijo!

Juarez Arigony

AGRADECIMENTO

Meus Bacharéis e Minhas Licenciadas,

             O propósito deste post é, simplesmente, agradecer. Faço isso porque, nos últimos cinco anos, corri uma das maiores provas da minha vida, e considero-me um privilegiado por ter cruzado o pórtico de chegada de uma forma tão especial. Estou me referindo à conclusão do curso de Educação Física na Escola de Educação Física, Fisioterapia e Dança da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (ESEFID/ UFRGS). Recebi o diploma no último dia 17 de janeiro em cerimônia realizada em gabinete no auditório do Laboratório de Fisiologia do Exercício (LAPEX) da citada escola.

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Em primeiro lugar, sou privilegiado por crer em um Deus que faz com que todas as coisas cooperem para o bem daqueles que O amam (Romanos 8: 28). Então, agradeço a este Deus.

E, como tudo coopera para o meu bem, sou um privilegiado por ter tido a benção de concluir o meu quarto curso superior – o citado no primeiro parágrafo. Sinto imenso orgulho, mas digo isso, apenas porque, na minha visão, é realmente um privilégio ter oportunidade e vontade de estudar a despeito de todas as dificuldades e da inversão de valores que permeia a sociedade contemporânea.

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Sou privilegiado por ter a família que tenho. Sou privilegiado por ter, principalmente, os pais que tenho – Edu e Nilza. Sem o seu apoio e orientação eu não teria concluído nem o jardim de infância – nem a Escolinha da Dona Teteca! Sou privilegiado por ter 53 anos de “mãe e paitrocínio”!

Sou privilegiado por ter os amigos que tenho. Desculpem-me se esquecer de alguém e, aqui, a ordem deve ser desprezada. Sou privilegiado por ser da Barra 2012/ 1 da ESEFID e por ser atleta da Equipe Daniel Rech. Tenho o privilégio de ter colegas maravilhosos na Raiasul/ Nadebem onde sou chefiado pelo “mito” Wilson Mattos e pelo professor Bruno Bertotto; e por ter tido a oportunidade de estagiar na Raiacenter sob a impecável orientação dos professores Mário Freitas (outro “mito”), Vítor Silva e Léo Mota.

Alguns nomes eu faço questão de, neste momento, mencionar de forma explícita, referindo a eles a minha enorme gratidão (desprezem a ordem). Professores (as) da ESEFID: Adriana Berleze, Adroaldo Cézar Araújo Gaya, Alberto de Oliveira Monteiro, Alex Branco Fraga, Alexandre Velly Nunes, Álvaro Reischak de Oliveira, Andréa Kruger Gonçalves, Anelise Reis Gaya, Carlos Adelar Abaide Balbinotti, Caroline Pieta Dias, Cláudia Silveira Lima, Cláudia Tarrago Candotti, Clézio José Gonçalves dos Santos, Denise Grosso da Fonseca,  Eduardo Lusa Cadore, Elisandro Schultz Wittizorecki, Fabiano Bossle, Flávia Meyer, Flávio Antônio de Souza Castro, Giovani dos Santos Cunha, Janice Zarpellon Mazo, Jefferson Fagundes Loss, João Carlos Oliva, José Cícero Moraes, José Geraldo Soares Damico, Leonardo Alexandre Peyre Tartaruga, Lisete Arnizaut Machado Vargas, Lisiane Torres e Cardoso, Luiz Biazus, Luiz Fernando Martins Kruel, Luiz Fernando Silva Bilibio, Marcelo Francisco da Silva Cardoso, Marco Paulo Stigger, Mário Roberto Generosi Brauner, Martha Ratenieks Roessler, Mauro Myskiw, Míriam Stock Palma, Nádia Cristina Valentini, Rogério da Cunha Voser, Ronei Silveira Pinto, Silvana Vilodre Goellner e Vicente Molina Neto. Agradeço, ainda, aos mestres Daniel Finco e Gustavo Schumacher que substituíram de forma magistral dois dos professores citados anteriormente.

Também quero mencionar a minha incomensurável gratidão a alguns valorosos colegas da querida barra 2012/ 1 e de outras barras que, ao longo dos  cinco anos de percurso, tornaram-se importantes para mim (desprezem a ordem mais uma vez): Éder Sulei Santiago da Silva, Vitória Crivellaro Sanchotene, Leonardo Monteiro, Gabriela Zardo, André Pincetta, Gabriela Kerkhof, Márcia Guterres Weirich, Ricardo de Assis Correia, Bruno Caldeira, Guilherme Farias, Vinícius Fin, Marcos Franken, Jordana Pires, Priscila Limana, Guilherme Caporal, Guilherme Testa, Thales Collar, Luciano Montone, Natália Bender, Gabriel Peralta, Raul Fraga, Mauro Castro, Jacson Severo, Jaci Brum e Aline Porto. Todos os citados aqui souberam desprezar e, também, fazer com que eu desprezasse as inúmeras gerações que nos separam. A todos vocês: muito, muito, muito obrigado!

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Talvez vocês estejam se perguntando sob a forma especial de cruzar o pórtico de chegada a que me referi no primeiro parágrafo. Bem, pessoas que, como eu, valorizam o estudo, provavelmente, também valorizam a láurea acadêmica. E esta foi a minha segunda láurea em menos de um ano, pois primeiro a obtive na Licenciatura e, agora, no Bacharelado.

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Sendo assim, vamos em frente! Apesar de todos os pesares, mais uma vez, o mundo parece se descortinar diante dos meus olhos! Minha intenção é utilizar os conhecimentos adquiridos para tornar o ser humano mais saudável, e divulgar todas as possibilidades de alegria proporcionadas pelo movimento do corpo. Uma das formas de fazer isso, vocês verão no próximo post.

Se você está lendo este post, é porque, de alguma forma, você é importante para mim. Você também é responsável pela realização deste sonho. Sendo assim, muitíssimo obrigado pelo seu apoio e pelo seu carinho.

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Para encerrar, mais uma vez agradeço ao Grandioso Criador e Pai, desejando que ele continue ao nosso lado nos guiando e protegendo.

Abraços para quem for de abraço, e beijos para quem for de beijo!

Juarez Arigony

Audax Trail Tour 2016 – Edição São José do Hortêncio – 06 de agosto de 2016

Meus Josés e Minhas Hortências,

             Considero uma verdadeira benção divina poder estar com a Equipe Daniel Rech em mais um sábado inesquecível. E isso acontece não só pela alegria e descontração que vocês poderão observar nas fotos que se seguem, mas, especialmente, por tudo de bom que se compartilhou nas poucas horas que passamos juntos: amizade, parceria, companheirismo, bom humor, … E não estou nem um pouco preocupado em definir aqui se todas essas coisas são sinônimas, aliás, não estou preocupado com absolutamente nada. Apenas me sinto um privilegiado por poder ter dividido tudo isso com esses maravilhosos amigos.

             Vejam a nossa chegada à pacata localidade bucólico-rural (Credo! Tô me puxando!). Lá no fundo, ao lado da minha cabeça, vocês podem ver o ginásio onde foi dada a largada da prova. Observem a posição do Pedroca – eu explico: é que São José é a capital nacional do aipim, também conhecido como mandioca, e o nosso atleta já está se preparando para acocar no inhame (só eu mesmo para uma sacada destas!).

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Mas, justiça seja feita, graças à disposição do nosso querido Pedroca foi que recebemos os kits da prova. E, por falar em disposição, vejam as caras da Aline, da Débora e da Greice nesta foto! Bota disposição nisso! Deusulivre!

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Abaixo, observem o aspecto geral da chegada da bagaceirada ao local do evento.

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E aqui, ao fundo, as montanhas que trilhamos ao longo do percurso da prova.

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Vejam, abaixo, o Coronel, à porta da van, merendando um pouco antes da largada – coisa pouca: dois sanduíches “iches”, duas bananas, dois ovinhos cozidos, duas batatas doces e 500 ml de garapa de cana apenas para manter a pressão!

05 Vejam, ainda à porta da van, as flores da equipe reunidas (Ops! Tem um flor também!). Tiago, tu ainda não me conheces, e podes estar pensando: mas que intimidade este cara tem comigo para me chamar de “flor”? E eu respondo: nenhuma! Mas aguenta que é assim mesmo!

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E a porta da van rendeu grandes momentos fotográficos. Aí estão, praticamente, todas as flores reunidas. Mas o que são aqueles óculos de armação branca? Sógesuissalva!

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Reparem no orgulho da menina por estar usando, depois de tanto tempo, a gloriosa camiseta da Equipe Daniel Rech! Mais animado que ela só o fiscal da prova em baixo da barraca azul! Misericórdia!

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Também marcaram presença, as equipes Veloz e Três Figueiras – as duas de barraca armada! Oigalê indiada buena!

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Momentos de ternura 1 – Itatiaia e Francisco.

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Momentos de ternura 2: Chichico e Juju!

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Mais uma vez, quero aproveitar a oportunidade para parabenizar e enaltecer o trabalho fantástico da Equipe Audax Eventos Esportivos organizadora do evento. Edu, Ricardo e Badico são mestres na arte de realizar corridas para quem gosta de corrida – coisa muito difícil de se encontrar no nosso adoentado calendário regional de eventos. Parabéns, Audax!

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E, antes da largada, a tradicional foto de uma das equipes mais antigas de corridas de rua (trilhas, lagoas, desertos, selvas, savanas, caatingas, montanhas, …) da capital dos gaúchos – a Equipe Daniel Rech. Parabéns, Professor Daniel, por, há tanto tempo, conseguir manter esta união e este trabalho digno apenas dos grandes mestres.

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Sem mais delongas, vamos para a largada!

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Vejam o estouro da boiada! Observem a concentração, ou abatimento, do Coronel após a realização do seu breve snack.

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E aí vai a gurizada mato a dentro!

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Peço desculpas aos colegas e leitores do post por não dispor de fotos do percurso propriamente dito. Vai longe o tempo em que dispúnhamos de fotógrafo que realizava este penoso trabalho. Como também corri a prova, não pude entrar na trilha municiado de uma câmera que me permitisse uma melhor cobertura do evento.

Sendo assim, abaixo, mostro a chegada da queridíssima Kátia Miranda – a primeira menina da equipe a completar os sete quilômetros.

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Quem fez o percurso, muito difícil devido às íngremes subidas e descidas cobertas de lama, entende facilmente a felicidade da moça em exibir a sua merecida medalha. Kátia, perdão! Eu podia ter esperado aquele monstro sair dali com aquela banana!

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Um pouquinho depois, chegou a Tati!

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E lá vem o seu Júlio Miranda, procurando, desesperadamente, uma churrasqueira para assar o salchipão da equipe!

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Graças ao bom e eterno Pai, o Júlio conseguiu matar a fome da indiada! Na foto abaixo, vocês podem observar que a churrasqueira já se encontra vazia. O povo matou 10 quilos de cupim, 5 quilos de vazio, 5 quilos de costela minga, 8 quilos de picanha, além dos 450 salchipães propriamente ditos!

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Não posso esquecer de parabenizar os jovens abaixo, Eduardo, Felipe e Namorada do Felipe, pela incrível conquista do pódio em sua primeira participação em trilhas. Como diz o Professor Daniel Rech: “quem é bom já vem do ovo”!

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E também não posso esquecer de falar a verdade para vocês: o ponto alto da festa é a hora em que surgem os prazenteiros doces da Confeitaria Matheus! O que era aquilo? Pequenos quitutes de doce de leite, creme e chocolate que fizeram a alegria daquele bando de esfaimados! Jesuismariaejosé! Conceição, eu acho que não merecia tamanha delicadeza! Sendo assim, brigaduuuuuuuuu!

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Gente, a verdade é que fazia muito tempo que eu não corria uma prova tão difícil – meu corpo está manifestando, nitidamente, sinais de absoluta fadiga. Dessa forma, e por já ser quase meia-noite, peço licença a vocês para procurar os braços de Morfeu (um deus grego que me faz sonhar, ui!).

Do fundo do meu coração, espero que, em breve, tenhamos a oportunidade de repetir eventos como o de hoje. E peço que o bom e maravilhoso Senhor do Universo nos mantenha em perfeitas condições de saúde e paz até (e além da) a chegada deste dia!

Abraços para quem for de abraço, e beijos para quem for de beijo!

Juarez Arigony

ULTRADESAFIO FARROUPILHA 24h – REVOLUÇÕES POR QUILÔMETRO – 17 e 18 de SETEMBRO de 2011

Meus Ultros e Minhas Ultras,

            Tenho imenso prazer em informar a entrada definitiva de Porto Alegre no cenário brasileiro das ultramaratonas. O evento realizado no Parque Marinha do Brasil nos dias 17 e 18 passados foi o primeiro com mais de 42,195 quilômetros corridos outdoor na capital de todos os gaúchos. A prova foi realizada em um circuito de 3 Km, sendo 1,5 de ida e 1,5 de volta pelo mesmo trajeto – tudo em piso de terra (apenas 50 metros de calçamento) e, praticamente, todo plano.

            A organização da Audax 4 Eventos Esportivos foi quase perfeita. A única falha foi a falta dos chips eletrônicos para aferição de quilometragem e número de voltas dos participantes. Eduardo Marques, Ricardo Rossato, Valter Quadros e Luiz Goebel (equipe Audax 4) tentaram, até o último minuto, a obtenção do artefato, não logrando êxito em suas ações por falta de patrocínio. Contudo, continuo salientando o diferencial estabelecido pela referida empresa quanto à montagem de provas: percursos, terrenos e objetivos que fogem da eterna mesmice das corridas da beira do Guaíba. Como se não bastasse, ainda conseguem atrair atletas de renome internacional como o grande Márcio Villar, eleito o melhor ultramaratonista brasileiro da atualidade, que retornou ao garrão brasileiro apenas uma semana após ter feito o desafio indoor no BarraShoppingSul (veja o post anterior). Veja também o link http://sportv.globo.com/videos/zona-de-impacto/v/marcio-villar-e-eleito-o-melhor-ultramaratonista-do-pais/1633670/ Abaixo, Cleonir José Simonetti e Márcio (de camiseta encarnada), passando por um posto de chimarreação. Márcio faz beicinho e recusa a bebida. É mais fácil este homem correr 600 Km no deserto do que tomar um mate! A propósito, para quem não sabe, posto de chimarreação é a versão gaudéria de posto de hidratação. Oigalê, tchê!

            Outro fator marcante nas provas da Audax, pelo elevado grau de dificuldade, é o restrito número de concorrentes. Isso propicia uma grande possibilidade de confraternização entre os presentes. Conhece-se e faz-se amizade com gente de todas as partes do país e, dentro da arena, fica estabelecida uma saudável camaradagem. A presença de uma banda alemã, de Taquara/ RS, em que os músicos eram amigos do Igor, um dos corredores solo, contribuiu para trazer descontração e alegria ao ambiente.

E, como não poderia faltar, rolou ainda “churrasco e bom chimarrão, fandango, trago e mulher! É disso que o velho gosta! É isso que o velho quer!” (Berenice Azambuja e Gildo Campos). A Equipe Run 4 Life, presente com Márcia Lima e Marco Aurélio Emiliano, gentilmente, cedeu-me a foto abaixo. Posso afirmar que, na realidade, foram 24 horas de festa e diversão! 

            Quero lembrá-los que, no próximo dia primeiro de outubro, a Audax 4 realizará, em São Francisco de Paula/ RS, a 3ª São Chico Eco Running (http://audax4.com.br/), corrida de aventura para a qual já estou inscrito. 

            Voltando à canção da Berenice e à mulherada, tem uma coisa que me intriga muito: como é que o Márcio, feio deste jeito, tem uma equipe de apoio tão bonita, e eu, lindo como Deus me fez, não? Este mundo tá cada vez mais louco!

            Aí está a Equipe de Apoio Viva Vó, representada por sua diretoria. Achei hilária a história da criação deste time. Certa vez, a Flávia (a morena na foto abaixo), foi a São Paulo apoiar um amigo que iria participar de uma ultra. Lá chegando, ainda no aeroporto, o tal “amigo”, por telefone, informou-lhe que não mais iria correr porque sua avó havia falecido. Inicialmente, ela ficou triste, meio chocada, decepcionada… Depois pensou: o “amigo”, na ocasião, tinha 70 anos. Quantos anos teria a vovó do rapaz? Deusulivre! Mas isso é papo para outro post. Estou aguardando uma vaga na agenda das meninas para poder entrevistá-las. Pode ser que quando esse botafoguense medonho for embora sobre um tempinho pro bonitão aqui…

            Perdoem-me por ainda não dispor dos resultados oficiais dos atletas participantes para informar. Essa quilometragem será apresentada, oportunamente, no blog da Audax 4, http://audax4.blogspot.com/ . Sendo assim, apresentarei mais alguns nomes de importância no meio e que nos brindaram com suas presenças.

            Abaixo, Fernando Nogueira, diretor da Ultra Runner Assessoria Esportiva & Eventos. Ele é o organizador da Ultramaratona dos Anjos 235 Km. A prova, já considerada a ultra mais dura do Brasil, acontece no Caminho dos Anjos por estradas de terra encravadas nas montanhas mineiras. Na 1ª edição, entre os 15 que largaram, apenas 4 concluíram. A 2ª edição será nos dias 7, 8, 9 e 10 de junho/ 2012.
            Tenho certeza de que o filho deste incrível José Souza jamais se esquecerá desta corrida. Estas coisas ficam gravadas em nossa memória mais íntima e carregamo-las conosco pelo resto da vida. Zé… Parabéns!

             Grande Tulião! Gerente da PETISKEIRA e responsável pelas excelentes refeições servidas aos ultramaratonistas durante todo o evento. De quebra, ainda nos ofereceu um jantar de gala, no restaurante da Siqueira Campos, na sexta-feira, após a realização do simpósio técnico. Ainda estou com o sabor das cebolas à milanesa na boca! Coisa de louco!

            Dª Sandra Grisi, a baiana, no posto de chimarreação, contribuindo para entupir o amargo! Vocês se lembram da Dª Greice Rodrigues? Foi ela que levou aquele tombo que eu mostrei no post do Mountain Do da Praia do Rosa. Abaixo, plenamente recuperada, participando do “Desafio Farroupilha 6 Horas” e sendo apoiada pelo maridão.

            William Wiltgen e Carla Penha Goulart de Almeida, ambos correndo na categoria individual.

            Este cidadão me contou que o segredo da sua saúde está nas azeitonas. Comeu oito vidros durante a prova! Pode uma coisa dessas?

            Aqui, o Dr. Mário Cangibrina participando da prova em um quarteto da Equipe Daniel Rech – estilo inconfundível!

           Abaixo, o senhor Antônio Martins dos Reis, solo, dando-nos exemplo prá toda a vida e mais um pouco!

            Gente, no domingo de manhã, atrasei-me para a cerimônia de premiação, e saí correndo feito louco prá não perder o babado!

            Ainda cheguei a tempo de conversar com o Rafael Zobaran, ultramaratonista com uma incrível lição de vida: a vitória sobre o câncer através do esporte. Infelizmente, devido a um problema nos ligamentos do joelho direito, foi obrigado a abandonar a prova. Atualmente ele apresenta o “Papo de Esteira”, cujo link está aí ao lado em minha blogroll.

            Também pude ver a Dª Greice no alto do pódio! Ela venceu o “Desafio Farroupilha 6h”!

            Joca e Tulião – vencedores das 24h na categoria dupla masculina.

            Parabéns à Equipe Daniel Rech, representada por Mário Cangibrina, Claiton, Júlio Baldi e Davi Grass, pela belíssima 3ª colocação entre os quartetos.

            Dª Sandra Grisi, a baiana, solita no pódio. Oxe, menina! Ela venceu a individual feminina em sua faixa etária!

            A premiação dos grandes vencedores: Tiago de Melo em primeiro, Márcio Villar em segundo, Neimar Antônio Dornelles em terceiro, Igor Samuel Kunst em quarto e Marialdo Rodrigues em quinto.            Na categoria individual feminino Andréia Henssler em primeiro, seguida por Carla Penha Goulart de Almeida. Márcia Denize Soares de Lima em terceiro, Magda E. Chagas em quarto e Teresinha Alflen Orth em quinto.

            No final da história, o Márcio, já usando a camisa cor-de-rosa da Viva Vó (meigo, né?), queria porque queria ficar com a minha bolsa…

            Mas não deixei de jeito nenhum! Vai-te catar, feioso! Vê se eu tenho filho deste tamanho! A bolsa é minha!

            A propósito, Márcio Villar, com a realização do Ultradesafio Farroupilha 24h, completou mais de 500 Km nos três últimos finais de semana! Foram 100 Km em esteira na Corrida do McDia Feliz no Rio de Janeiro, 202 Km na ergométrica do BarraShoppingSul semana passada e pouco mais de 201 Km neste final de semana no Parque Marinha do Brasil. Tá bom assim ou querem mais? Se quiserem mais, saibam que ainda este ano, seu objetivo, além da Arrowhead nos EUA, é bater o recorde mundial de 832 km, em sete dias de esteira e chegar entre os três primeiros na Jungle Marathon (outubro). E agora chega porque eu canso só de escrever isso.

            Talvez vocês estejam se perguntando por que pus o título de “Revoluções por Quilômetro” neste post. Bem, eu concluí que, diferentemente das provas de grande porte com mais de 3000 inscritos, eventos como o “Ultradesafio” reacendem a verdadeira chama da amizade e da parceria entre os atletas, e inflamam o sublime espírito que deve habitar no esporte e em seus amantes. Durante as 24 horas passadas no Parque Marinha não existiam equipes – todos estavam ao lado de todos. A ajuda mútua, a fraternidade e o companheirismo imperaram do começo ao fim. Mesmo não correndo a prova pude observar e participar disso, e confesso que me orgulhei de fazer parte desse time único e unido em prol do que pode haver de mais elevado entre os homens – a compreensão e o amor! Digam-me: isto é ou não uma revolução?

            Repleto deste sentimento quero deixar aqui o meu louvor ao trabalho desenvolvido por Flávia Azambuja e Sandra Catarina Rolim, a morena e a loura da Viva Vó. O esporte precisa de mais pessoas como elas.

            Mais uma vez aproveito para expor a minha admiração pelo excelente trabalho da Audax 4 – eles proporcionaram tudo o que escrevi aqui. Parabéns!

           Ter a vitória em uma prova dessas no currículo não é para qualquer um. Minhas sinceras congratulações aos dois grandes vencedores. Que, por muito tempo, possam ampliar suas conquistas e realizações, e, ao mesmo tempo, fazer delas uma fonte de união entre os amantes do esporte e, por que não, entre os habitantes do mundo. Despeço-me deixando com todos vocês o carinhoso sorriso da vitória.

            Que Deus continue derramando suas bênçãos sobre nós!

            Abraços prá quem for de abraço, e beijos prá quem for de beijo!

Juarez Arigony

PAPO DE TREINADOR

Meus Treinados e Minhas Treinadas,

            Ontem à noite, tive o imenso prazer de bater um papo maravilhoso com três dos melhores treinadores de corrida da atual cena gaúcha. Daniel Rech (Equipe Daniel Rech), Eduardo Olsson Remião (Remião Treinamento Físico) e Mauro Paranhos (Clube de Corrida Vitta) conversaram comigo por pouco mais de uma hora dentro das aprazíveis acomodações da Academia Vitta (Rua Comendador Rheingantz, 880, Bela Vista – Porto Alegre/ RS).

            Na pauta, evidentemente, só assuntos relacionados ao amplíssimo mundo das corridas de rua. Aliás, desculpem-me, enganei-me! Além da referida pauta, travou-se também um agradável colóquio baseado na grande amizade dos participantes. Como não poderia deixar de ser, rimos muito! Quem conhece o Professor Daniel Rech sabe que não há como ficar sério em sua presença. Quando ele fez a comparação entre correr uma maratona e namorar uma mulher bonita (em off), fui obrigado a encerrar a entrevista – ninguém mais conseguia manter os dentes dentro da boca!

            Preciso agradecer ao Professor Remião por transmitir um pouco da sua experiência de mais de trinta anos de atletismo. É muito bom poder ouvir um treinador, ex-atleta de elite, que conhece detalhadamente todas as faces do esporte – das pistas às ruas. Esse homem chegou a fazer mais de quatorze treinos por semana em determinadas épocas de treinamento! É necessário dizer mais alguma coisa?

            Encontro-me completamente desprovido de palavras para agradecer toda a gentileza e amabilidade do Professor Mauro, mestre dos Botton Turns e Cut Backs, que nos cedeu o espaço para a realização do evento. O rapaz, além de corredor, é um Free Surfer de primeira grandeza, e aguardo a sua autorização para publicar aqui uma seção de fotos suas no outside indonésio. 

            E, agora, deixemos de conversa fiada e vamos ao que interessa. Com vocês: o papo de treinador. “Pau na máquina!”

            Primeiro vídeo:

O boom das corridas de rua (e não as bundas corridas das ruas – não confunda!);

Professor Mauro Paranhos estimula seu grupo a participar de uma prova a cada dois meses;

Um pouquinho da minha experiência pessoal;

Professor Daniel Rech e as “10 Milhas Noturnas de Gramado”.

O diferencial das “10 Milhas Noturnas de Gramado”: o charme do local da prova e a “Gramadinho”;

Professor Remião e o papel do treinador auxiliando o atleta a escolher provas e objetivos; desgaste psicológico e lesões; treinos triplos;

Professor Daniel Rech: “é preciso aprender a gostar de correr!”

Professor Mauro e a alegria de correr com amigos; “Minha proposta no Clube de Corrida Vitta é o divertimento!”;

“O que fazer para correr uma maratona?”

Professor Daniel e a frase do post (em off): “Para se conquistar uma mulher bonita, antes é necessário namorar com muita mulher feia; para se correr uma maratona, antes precisa-se correr muito 10 km na beira do Guaíba!”

Professor Remião compara a nossa vida esportiva com a construção de uma casa;

Palavras finais, agradecimentos, rasgação de seda e babação geral!

Nobres Parceiros,

            Só me resta, mais uma vez, agradecer aos meus queridíssimos amigos treinadores por esta “colher de chá” única. A sua atenção e o privilégio de poder entrevistá-los fazem com que a minha dívida para com vocês torne-se cada vez mais impossível de pagar.

            Faço votos de continuado sucesso em suas atividades e desejo que se mantenham promovendo a saúde e o bem-estar dos seus alunos. Mais do que isso, que continuem a prover o mundo da felicidade que o esporte proporciona e unindo aqueles que o praticam.

            Por fim, como estímulo a todos os treinadores e a seus discípulos, pode-se resumir de forma bastante genérica tudo o que foi dito aqui – mesmo nas entrelinhas – através da máxima: “A alegria está na luta, na tentativa, no sofrimento envolvido. Não na vitória propriamente dita.” (Mahatma Gandhi)

Abraços e beijos,

Juarez Arigony