15ª Travessia Torres Tramandaí (TTT) – 26 de janeiro de 2019

Minhas Estrelas do Mar e Meus Curumins,

               Através deste post quero manifestar a minha grande alegria por ter participado de mais uma TTT. Embora tenha corrido apenas dois trechos (Torres a Estrela do Mar e Capão Novo a Capão da Canoa), preciso admitir que não sei o que faz uma pessoa normal (?) correr duas horas com um sol de 37°C na cabeça – acredito firmemente na parceria e na lembrança dos grandes momentos vividos nas areias escaldantes do nosso litoral norte.

               A parceria a que me refiro, este ano, foi a repetição de 2018. Está virando tradição – sinceramente, desejo que o “Quarteto Ju” possa continuar correndo por muitas e muitas TTTs. Você quer saber porquê eu chamo de “Quarteto Ju”? É porque é formado por quatro justos, jubilosos, e jucundos juvenis. Embora os adjetivos sejam efetivamente verdadeiros, o real motivo é que o nome de todos os integrantes começa com “Ju”: Juarez, Juliano, Júlio e Judiego (mezerecórdea!).

               Fui sexta pra Torres/RS, e, ao chegar lá, o tio Tony estava me esperando de braços abertos!

  A parte da prova que é disputada na areia começa na guarita 12 (Praia da Guarita). Até lá, são, aproximadamente, 2,5 Km pelas ruas e avenidas da cidade de Torres/RS.

  Ao chegar à praia, o atleta começa a correr com o mar a sua esquerda. Digo isso apenas para explicar que, na foto abaixo, está, ao fundo, a guarita 1 – a primeira pra cá do Mampituba. Ao lado do meu ombro direito, dá pra ver o farol do molhe sul.

  Após um lauto jantar de massas na Pizzaria Manjericão – recomendo -, fui dormir, porque, como dá pra ver na próxima foto, no dia seguinte (sábado – o dia da prova) o clarim da alvorada acordou o galo. Antes de amanhecer o dia, eu já estava na fila do banheiro químico do local da largada (Casa da Estação Verão do SESC).

  Deixo registrada aqui a minha primeira observação negativa com relação à organização do evento. Havia um (1) único banheiro químico (com três cabines) para os 2800 homens inscritos! Eu fiquei na fila das 06:15h às 06:50h para poder usá-lo! A propósito, para as meninas havia dois (2)! Inadmissível!

               Só depois de sair do banheiro, consegui encontrar a gurizada da Equipe Daniel Rech (EDR)!

  Por sorte, ainda deu pra dar uma alongada básica!

  A esta altura, o pórtico de largada já fervilhava!

  Mas, se a hora é esta, então está na hora!

  Abaixo, últimos instantes anteriores à largada, quando recebo as derradeiras orientações do Professor Daniel Rech.

V

               No primeiro trecho da prova, corri até a praia de Estrela do Mar – a 12 Km de Torres/RS. Abaixo, estou percorrendo a Praia da Guarita logo após sair das ruas da cidade.

  Ao chegar a Estrela do Mar, fui imediatamente conduzido pela minha equipe de apoio (Hahahahahaha!) até a Praia de Capão Novo (guarita 62). Então, tive que esperar quase três horas para correr o meu segundo trecho (até o farol de Capão da Canoa). Como tive preguiça de ir até o carro (a quase 10 metros de distância!) para trocar as roupas, coloquei as suadas pra secar! Acumulei fedor, mas poupei energia!  

  Ainda tive a oportunidade de amarrar um bode sob a sombra do gazebo!

  Quase revigorado, e com a roupa completamente seca e fedorenta (mais fedida que arroto de corvo!), estava pronto para a minha relargada!

  Enquanto aguardava a chegada do Júlio, aproveitei o frescor do início da tarde para mais uma foto com os amigos!

Eu estava estreando o Garmin 735 XT. O relógio é sensacional! Aliás, muito relógio pra pouco corredor!

  O segundo trecho, embora menor – apenas 7 Km -, também foi muito cansativo devido à insensatez do calor e à tentativa de baixar o pace.

  Registro, agora, a minha segunda observação negativa com relação à organização do evento: faltou água nos postos de hidratação! Na foto abaixo, eu havia enxergado o posto e, por isso, tratei de comer o gel (sachê branco na minha mão direita). Quando cheguei lá, o tonel estava mais vazio que boate gay em véspera de TTT!

  Na foto abaixo, sabem do que eu estava achando graça? Nem eu!

  Terminei a minha participação 7 Km após Capão Novo – já no farol de Capão da Canoa! Duas horas após a relargada em Atlântida, os guris (os outros “Jus”) completaram a prova em Imbé.

  Abdiquei da foto acima devido ao estado de putrefação em que eu me encontrava – tava mais judiado que passarinho em mão de piá! Saí de Capão da Canoa direto para Porto Alegre.

               Acabei morto! Completamente destruído! Na volta pra Porto Alegre, pra conseguir lanchar, precisei descansar na entrada do Maquiné (assumegezuis!).

  Apesar dos pontos negativos mencionados acima, que podem ser facilmente corrigidos, ainda acho que a TTT é a grande prova do verão gaúcho. Parabenizo a todos os atletas que correram, seja solo, duplas, quartetos ou octetos. Congratulo-me até mesmo com o pessoal de apoio, pois o calor estava forte para todos os que, de alguma forma, estiveram envolvidos.

               A corrida é uma grande escola e nos ensina muito a respeito da vida. Depois da última TTT, passei a prestar atenção até nas coisas mais simples que acontecem aqui em casa. Outro dia, ao preparar o almoço, fiquei observando a corrida dos eletrodomésticos. Sabem o que eu reparei? O liquidificador pode até sair na frente…, mas o ferro passa!

               Que o bom e glorioso Deus continue nos abençoando, protegendo e hidratando nos trechos sem água da vida!

Abraços pra quem for de abraço, e beijos pra quem for de beijo!

Juarez Arigony

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“POA DAY RUN/ DELL FAMILY DAY”

Parque Marinha do Brasil – Porto Alegre/ RS

18 de novembro de 2018

Meus Days e Minhas Dells,

             Desta vez, vou tentar narrar dois eventos em um único post. É que, no último final de semana, ocorreram duas festividades em que estive envolvido: a “POA Day Run”, e o “Dell Family Day” – ambos realizados no Parque Marinha do Brasil.

             Então,vou pela ordem. A largada da corrida foi às oito horas da manhã, mas, muito antes disso, nós – eu e o Dani – já estávamos sob aquele céu nublado com a barraca pra lá de armada.

Então, a gurizada começou a chegar e a procurar as sacolas com os kits.

Apesar das poças causadas pela chuva da noite anterior, e do céu demonstrando a iminência de que o processo se repetiria, graças a Deus, isso não aconteceu.  

Quero aproveitar para mostrar a vocês dois momentos que, na minha opinião, marcaram o evento realizado na Beira-Rio. Em primeiro lugar, quando vierem me falar em alongamento e flexibilidade, lembrem-se da Mari aí em baixo – o resto é “papo furado”.

E, em segundo lugar, e talvez ainda mais importante que todas as formas de condicionamento físico, fico extremamente feliz em participar e mostrar a união de uma família em torno de uma atividade tão bacana como as corridas de rua. Ção, Pedroca e Renata, parabéns! (Esta é a foto do post).

Abaixo, a foto da Equipe Daniel Rech (EDR) minutos antes da largada.

Sei, por experiência própria, que, ao longo das provas de rua, muitas vezes, vemos coisas inusitadas, esquisitas, diferentes, pequenas, grandes… muito grandes… Acho que foi o que aconteceu com a Ana Rita. Não sei o que ela viu, mas sei que “Ai, como era grande!”

Abaixo, mostro um pequeno vídeo com a largada e a chegada de alguns dos amigos que concluíram a prova.

             O “Dell Family Day” foi, realmente, uma festa!

             Por volta das dez horas da manhã, o céu continuava enferruscado, mas não o suficiente para desanimar a gurizada da Dell que começava a chegar para o folguedo.

As charmosas atrizes da Dell marcaram presença na moldura de um dourado 2018!

E todas as crianças presentes receberam medalhas pela participação! Show!

Abaixo, a foto tradicional da galera reunida.

E a Professora Karina entusiasmou a todos com sua animadíssima coreografia de zumba!

Podemos ver isso melhor no vídeo abaixo.

Estamos chegando na época das festas de final de ano. Eu já tenho, até agora, umas cinco agendadas. Tentarei participar de todas, e as que tiverem alguma relação com esporte ou atividade física, tentarei mostrar aqui. As que forem só pra tomar canha e comer picanha, eu acho que vou esquecer! E se eu lembrar, garanto que esqueço!

Enquanto isso, peço ao bom Deus que nos dê um maravilhoso final de ano. Que possamos celebrar as bênçãos e vitórias junto aos nossos familiares e amigos. Que possamos ter inúmeras alegrias revivendo o que merece ser lembrado; que possamos ter mais alegrias ainda esquecendo o que não merece ser revivido.

Abraços para quem for de abraço, e beijos para quem for de beijo!

Juarez Arigony

35ª Maratona Internacional de Porto Alegre – 10 de Junho de 2018

Meus Joãos e Minhas Dandas,

             Hoje de manhã, debaixo de uma chuva intermitente e de temperaturas relativamente baixas, realizou-se, na capital de todos os gaúchos, a prova mencionada no título deste post. O dia não estava dos mais bonitos. Dava a impressão de que não havia amanhecido. E, por falar nisso, muito antes do alvorecer, eu e o Professor Daniel Rech já estávamos de barraca armada no estacionamento do BarraShoppingSul. Chegamos cedo porque se tratava da mais importante prova de rua realizada em solo sulino, e, sendo assim, merecia a preparação detalhada da estrutura de apoio aos atletas da Equipe Daniel Rech (EDR). Além disso, com a proximidade do dia dos namorados, foi a oportunidade de ficarmos a sós e discutirmos a relação…

Pouco a pouco, o estacionamento do shopping foi-se enchendo de barracas das assessorias e, da mesma forma, os incautos começaram a chegar.

De repente, recebemos a agradável companhia dos “Amigos da Corrida” de Uruguaiana/ RS, equipe também treinada pelo Professor Daniel Rech. Muito religiosos, eles trouxeram duas freiras da Ordem das Irmãs Velozes da Capa Branca de Passo de Los Libres.

Logo após as irmãs rezarem, rapidamente, cinco terços pelo sucesso dos “Amigos da Corrida”, o Professor Daniel Rech, com sua sensível pedagogia, deu as últimas instruções para os fronteiriços: “Corram e só parem depois da Ponte da Amizade!”

Abaixo, a tradicional foto das equipes. De camiseta laranja, a EDR; de verde, os “Amigos da Corrida”.

Vejam a seguir a imagem do túnel de acesso aos pórticos de largada. Este túnel liga o estacionamento inferior ao superior do Shopping.

No vídeo abaixo, tento mostrar para vocês o que era a empolgação e a alegria dos atletas alguns minutos antes da largada – contagiante!

Tive que tirar uma foto com meu grande amigo, o Professor “Ironman” Carlos Lara. Ele compareceu ao evento só para dar pace para os seus alunos – muito bacana!

E aí em baixo estão as três primeiras corredoras da EDR a completar a prova: Fernanda, Magda e Fabíola – que orgulho desta medalha!

Um pouquinho depois, juntaram-se a elas a Aline e a Lúcia.

E, em pouco tempo, todas as flores estavam reunidas formando o bouquet da Equipe Daniel Rech. Parabéns, gurias!

Antes de encerrar, quero prestar uma homenagem especial ao meu amigo João Danda (de quem utilizei o nome para o vocativo inicial). O homem realizou a sua octogésima (80ª) maratona. Se fizermos as contas, veremos que, só fazendo esta prova, ele correu 3375,28 Km (isso é quase Porto Alegre a Maceió!). Some-se a isso as distâncias realizadas em treinos, e veremos que o feito não é muito fácil de ser conquistado. Sendo assim, deixo aqui os meus sinceros parabéns ao queridíssimo atleta e votos de muitas outras maratonas bem-sucedidas.

Vou ficando por aqui só lembrando a todos vocês que depois de amanhã é o dia dos namorados. Aproveitem, curtam e beijem muuuuuuito! E, lembrem-se, se o (a) seu (sua) namorado (a) te pedir um tempo e mais espaço, é só porque, como você é corredor (a), ele (a) está querendo calcular a sua velocidade (velocidade = espaço ∕ tempo)!

Que o bom Deus e Senhor do Universo continue nos abençoando e protegendo dos dias de frio intenso!

Abraços pra quem for de abraço, e beijos pra quem for de beijo!

Juarez Arigony

Treino da Equipe Daniel Rech (EDR) – Parque Marinha do Brasil – 17 de março de 2018

Meus Kettles e Minhas Bells,

Hoje, tive a honra de substituir o Professor Daniel Rech, que foi a Nova York correr a meia, no treino da equipe no local referenciado no título. Embora o quórum tenha sido baixo, a presença daqueles que compareceram – só o escol – me proporcionou a possibilidade de ajudá-los de forma modesta e, por isso, uma grande alegria.

Eu já disse anteriormente, – aqueles que leem meus posts já sabem –: “antes da hora é a hora; em cima da hora é atraso; e depois da hora é contravenção disciplinar”. Por isso, como o Professor Daniel havia marcado o treino para às oito horas, cheguei com uma certa antecedência (às sete) para poder preparar o ambiente.

O dia estava maravilhoso! Fazia um sol que tornou o último sábado do verão de 2018 digno de grandes recordações e saudades. Eu estava sentado, apreciando o descortinar do dia ao levante do Lago Guaíba quando os atletas da EDR começaram a chegar – as primeiras foram a Tati e a Laura.

Pouco depois, chegou a Ana Rita.

Enquanto aguardávamos a chegada dos colegas, observei a movimentação de dois rapazes que traziam alguns kettlebells e se posicionaram ao lado do busto do Marquês de Tamandaré.

Durante um bom tempo, eu fiquei observando os caras, e considerei que o treinamento era bastante difícil, envolvendo muita força e resistência muscular. O de camisa preta é o Professor Sandi Martin e o de camisa branca é o Professor Guto Rigo.

E a gurizada da equipe foi chegando! Aí em baixo está o último grupo que saiu para correr: o Coronel com o Alessandro; e a Ana Rita, a Silvana e a Chris. Aliás, o treino dessas três foi interessantíssimo: uma hora dividida da seguinte maneira – 59 minutos caminhando e 1 minuto correndo! Mas pense numa corrida de 1 minuto – chegaram babando!

Mas eu estava realmente impressionado com o treinamento dos rapazes! Debaixo de um solaço de uns 30°C eles continuavam levantando as gyrias (kettlebells em russo) e fazendo cada vez mais força! Abaixo, o Professor Guto Rigo realizando o jerk.

Quem me conhece sabe que eu não posso ver homem bonito! Foi numa das pausas que eu não me sofri e fui até lá conversar com eles!

Os dois professores foram extremamente atenciosos comigo, e me deram uma série de explicações que eu compartilho com vocês aí em baixo.

Depois deste papo bacana, o pessoal que tinha saído para correr começou a chegar. Enquanto a Ana Rita, a Chris e a Silvana brindavam com uma água Perrier estupidamente gelada, a Tati e a Laura usufruíam do alongamento ministrado pela Professora Laura.

Pera aí! Deixa eu mostrar melhor o alongamento! Também quero aproveitar para pedir à Prefeitura da cidade de Porto Alegre que providencie o corte da grama do parque. O mato está tão alto que a Professora Laura não teve como utilizar os colchonetes para realizar o seu trabalho. O que solicito não visa apenas o interesse dos atletas que utilizam o parque para treinar, mas, sim, o interesse de todos os que desejam uma cidade limpa e em melhores condições de higiene.

Terminamos o treino com um alegre e carinhoso abraço! E eu termino o post com um versinho que elaborei ao escolher as fotos para colocar neste texto – coisa mais querida!

Meu nome é Juarez, e o treino de hoje não foi meu

Afinal, foi o Professor Daniel que escreveu!

Mas posso dizer que quem foi ficou feliz, curtiu e correu

E quem não foi ficou triste, chorou e se… perdeu!

Que o maravilhoso Deus e Senhor do Universo continue permitindo que ergamos as gyrias da vida com potência cada vez maior!

Abraços para quem for de abraço e beijos para quem for de beijos!

Juarez Arigony

Sunset Challenge Atlântida Xangri-Lá/ 14ª Travessia Torres Tramandaí

Meus Torres e Minhas Tramandaís

             Neste post vou tratar de sol e sal, e tentar jogar mais algum brilho (se é que é possível) em cima do iluminado verão que estamos atravessando. Digo isso, não apenas me referindo aos maravilhosos dias de estio que temos presenciado, mas, também, ao bafo de dignidade e justiça do qual já podemos sentir o calor. A minha vibração é calcada em nenhum fundamento ideológico, pouco critério político e excessivos elementos técnicos, tal qual fizeram os desembargadores do Tribunal Regional Federal da 4ª Região no julgamento ocorrido no último dia 24. Essa é a forma como funciona o colegiado das provas de corrida da estação: nos temperam com suas especiarias, e nos enchem de esperança de tempos melhores.

Mas, vamos ao que interessa, e comecemos a falar das corridas. A primeira a que vou me referir aconteceu no dia 13 passado: a “Sunset Challenge Atlântida Xangri-Lá”. A prova, muito bem organizada pela equipe da AUDAX Eventos Esportivos, foi uma grande oportunidade de rever os amigos e dividir com eles a paixão pelas provas disputadas na arelha da pralha.

Ainda encontrei este gremista islâmico que me despertou grande curiosidade. Valendo-me do meu profundo conhecimento do idioma árabe, conversamos e tornamo-nos amigos. Então, apresento a vocês o Sheikh Mohamed Wagner Voltz Ahmed (discosta).

E, antes do tiro de largada, em meio a toda a confusão característica desses eventos,

ainda tive a oportunidade de registrar este momento ao lado dos queridos Daniel Rech (The Coach) e Itatiaia Peralta.

Após os 12 Km, cheguei em frente à famosa guarita 87 de Atlântida, e posei para que os fotógrafos pudessem registrar o momento “botando os bofes pra fora!”

Mas a grande prova do verão dos gaúchos, todos sabem, é a famosa Travessia Torres Tramandaí. Este ano, em sua 14ª edição, a empreitada ocorreu anteontem, dia 27, e movimentou todo o litoral norte do Rio Grande do Sul. Esta movimentação vai desde o transporte dos atletas até o acesso a hotéis e restaurantes, passando pelos ambulantes e comerciantes locais de todos os ramos. É por isso que entendo ser necessário um apoio cada vez maior de todas as esferas – pública e privada – para este evento anual.

Tive a felicidade de começar a minha participação no quarteto (Juarez, Judiego, Juliano e Julinho) na praia de Estrela do Mar. Considero uma felicidade porque não precisei levantar de madrugada, como o Judiego, para largar de Torres. Além disso, quando cheguei na guarita 20, já encontrei amigos que tornam tudo muito mais alegre. Perceberam que, para participar desse quarteto, o nome tem que começar por “Ju”. E, a propósito, a minha camisa é igual a de todos os outros corredores da Equipe Daniel Rech (EDR) presentes na foto a seguir.

Abaixo, eu já havia corrido o meu primeiro trecho (Estrela do Mar a Rondinha), e estava me encaminhando para a já citada famosa guarita 87 (Plataforma de Pesca de Atlântida) para a largada para o segundo trecho (até Arpoador). Vejam que dia lindo! Fantástico! Muito sol, uma brisa agradabilíssima e céu de brigadeiro!

Cansamos de esperar os parceiros que nos passariam os chips e fomos descansar as pernas colocando as bundas sobre a plataforma.

E não éramos só nós que estávamos cansados! Outros atletas posicionavam os glúteos de diferentes maneiras buscando, ou descanso,

ou alongamento (mezerecórdea)!

Mais uma vez, tive o privilégio de largar do mesmo ponto que o chefe. Isso foi muito bom para mim pela oportunidade de receber importantes orientações. Aliás, quero agradecer à chefia pela ajuda no primeiro trecho. Eu estava quase entregando os pontos quando ele me alcançou, e me tirou da hipoglicemia com um de seus sachês de glicose. Dani, brigadúúúúúúúúúú!

E, com a chegada do “homem de preto” (Marinão), lá se foi o chefe!

Enquanto eu aguardava, pude constatar, mais uma vez, a quantidade de sheikhs que torcem pelo Grêmio!

Abaixo, o momento da passagem do chip do Judiego para mim! E vamos embora!

O Judiego me passou o chip e, sob o olhar incrédulo do Juliano, continuou correndo até Imbé para receber a medalha!

E, enquanto ele corria, eu já tinha chegado (de carro) no gazebão e confraternizava com a galera!

Abaixo, junto com outros emerdalhados!

A TTT sempre traz grande alegria a todos que, de alguma forma, a completam!

Parabéns, gurias!

E, finalmente, sem muito esforço porque o vento ajudou, o Judiego (ajoelhado aos pés da Maná) chegou!

Meus queridos, provas como as que mostrei aqui, neste post, sempre deixam aquele gosto de “quero mais”! Mas, isso está muito longe de significar tristeza! Pelo contrário, isso é alegria, pois assim como estivemos juntos nestes eventos, também estaremos nos próximos que estão logo ali na frente. E, logo ali na frente, também teremos a oportunidade de ajudar a construir um país melhor profundamente técnico, governado pela política da honestidade e da dignidade, e orientado pela ideologia do amor à pátria.

Que o grande e maravilhoso Deus continue nos ajudando a correr em dias limpos, com brisas suaves que levantem pouca areia nas nossas costas!

Abraços pra quem for de abraço e beijos pra quem for de beijo!

Juarez Arigony

Corrida, Triathlon e Powerlifting

Renovos e Raízes,

Ontem, em uma manhã de trégua dos rigores invernais, tive a oportunidade de rever amigos e aumentar um pouco o conhecimento a respeito do treinamento de Triathlon e Powerlifting. Para isso, estive presente em dois eventos: o início do treino de sábado da Equipe Daniel Rech (EDR), e o bate-papo sobre Os Extremos do Desempenho realizado no Estúdio Pretto com a presença dos treinadores Lucas Pretto e Ana Paula Viola, e do Professor Dr. Álvaro Reischak de Oliveira da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

O treinamento da EDR na Beira-Rio foi aquela festa costumeira. Fazia algum tempo que eu não aparecia lá, e fiquei muito feliz de perceber que a equipe se renova a cada sazão. E, em meio ao novedio, também é gratificante perceber que as raízes mais vetustas são preservadas e estimuladas com o característico desvelo do Professor Daniel Rech. Confesso que até, coisa que não acontecia há muito tempo, senti vontade de correr! Talvez, num sábado desses eu apareça por lá de bermudas…

Deixo-os, agora, com o pequeno vídeo que gravei lá na Beira-Rio do início do treino da EDR.

Saí do Parque Marinha e fui direto para o Estúdio Pretto assistir à palestra mencionada no primeiro parágrafo. Eu ainda não conhecia o estabelecimento do meu amigo Lucas Pretto, e fiquei impressionado com a beleza e a organização do ambiente. Se você se interessa por treinamento funcional e suas variações e sutilezas, recomendo uma visita ao local para conhecer um dos mais modernos centros de treinamento da nossa capital.

Inicialmente, os treinadores/atletas Lucas e Ana apresentaram rapidamente um resumo das suas planilhas de treino para o Ironman Brasil 2017 em Florianópolis/SC, e o Mundial de Powerlifting na Bielorrússia respectivamente. Em seguida, os treinadores abriram a palavra aos presentes para que questionassem a eles e ao Professor Álvaro.

Dentro dos vários questionamentos e das informações trazidas pelo Professor Dr. Álvaro, chamou-me a atenção a importância atribuída pelo mestre ao “olho do treinador”. Este “equipamento” permite que o profissional seja capaz de identificar para que modalidades e provas o atleta terá maior chance de um bom rendimento e de sucesso. Pôde-se perceber que se trata de um item fundamental na bagagem dos treinadores.

Em outro momento, o próprio Professor Lucas Pretto perguntou a respeito da longevidade dos atletas de alto nível. A título de exemplo, pode-se observar que os cinco melhores tenistas do mundo atual têm idade superior a 30 anos. Vejam a resposta do Professor Dr. Álvaro Reischak de Oliveira.

A minha surpresa ainda aumentou quando o Professor Álvaro mencionou que pesquisas recentes têm apontado para a diminuição do volume e do tempo de treinamento. O que se busca conhecer hoje é o quão mínimo pode ser um treinamento eficiente (fazer certo o treino) e eficaz (fazer o treino certo) – este treinamento, por ser mais curto, provocaria menos lesões e, consequentemente, um aumento da vida útil do atleta.

Extremamente satisfeito com o que presenciei ontem, deixo-os agora com os votos de que continuem treinando e dedicando-se da melhor maneira possível. Quer correndo, quer fazendo triathlon, quer levantando pesos, sejam muito felizes! Que o bom e poderoso criador do universo faça com que “renovemos as nossas forças, subamos com asas como águias, andemos e não nos fadiguemos, corramos e não nos cansemos! ” (Isaías 40: 31).

Abraços para quem for de abraço e beijos para quem for de beijo!

Juarez Arigony

Curso de Corrida de Rua – Aprenda a Construir Planilhas Eficientes e Personalizadas

Queridas Veláz e Queridos Ázquez,

Se você participa de um dos excelentes grupos de corrida da capital dos gaúchos, deve ter percebido que, neste final de semana, o seu treinador não deu o ar da graça no treino. Pois saiba que ele estava fazendo o Curso de Corrida de Rua do Professor Álvaro Velázquez. O evento foi realizado na tradicionalíssima escola de atletismo da SOGIPA sob as bênçãos dos Professores José Haroldo Loureiro Gomes (Arataca) e Leonardo Ribas.

Além dos inúmeros ensinamentos compartilhados pelo Professor Velázquez – mestre oriundo da escola cubana – o encontro, realizado durante todo o sábado e na manhã de domingo, foi uma excepcional oportunidade de confraternização entre os professores das principais assessorias gaúchas e os amantes das provas de rua. Abaixo, Professor Thiago Bicca (Raiasul), Professor Lázaro Velázquez, Professor Quevedo (Raiasul) e eu (Raiasul) no salão Bremen da SOGIPA – local das aulas teóricas.

Conforme foi salientado pelo mestre em sala de aula, o treinamento de corrida de rua bem planejado é uma arte devido às inúmeras variáveis, condicionantes e sentimentos que estão envolvidos neste esporte. Desta forma, eu não teria condições de apresentar aqui tudo o que abordamos e discutimos durante o encontro. Sendo assim, preferi mostrar para vocês alguns destaques da parte prática que foi realizada na pista da SOGIPA – a melhor pista de atletismo do Brasil. Abaixo, alguns dos professores que participaram do curso: Eduardo Remião, Eduardo Marques, Jorge Goebel, Gabriel Peralta, eu, Daniel Rech, amigo do Dani e Davi Grass.

E, sem mais delongas, vamos ao vídeo onde o Professor Lázaro Velázquez apresenta, na prática, vários dos exercícios que foram abordados em sala de aula.

Antes de finalizar o texto, gostaria de convidá-los a participar da Corrida de Aniversário de 150 Anos da SOGIPA. A prova será realizada no próximo dia 20 de agosto (domingo), e será disputada nas distâncias de 3, 5 e 10 Km. Seguindo os moldes olímpicos, a largada e a chegada acontecerão dentro da moderníssima pista atlética da sociedade – excelente oportunidade para conhecer esta beleza da arquitetura esportiva. Vejam as informações no site http://www.sogipa.com.br/web/eventos/corrida-da-sogipa-2017.Ainda, aproveito a oportunidade para convidá-los a participar da Campanha Vai Arthur (https://www.facebook.com/vaiarthur/). A imagem pode conter: 1 pessoa, sapatos e textoAo nascer, Arthur sofreu uma hemorragia cerebral e tem paralisia cerebral quadriplégica espástica, com sequelas motoras que o impossibilitam de fazer movimentos simples como sentar sozinho, levantar-se, andar independentemente e muitas outras tarefas básicas para crianças de sua idade. A campanha tem o objetivo de angariar fundos para a realização da cirurgia corretiva (Rizotomia Dorsal Seletiva). Essa cirurgia é realizada nos Estados Unidos, pelo Dr. T. S. Park (inventor da técnica), porém, apresenta um custo muito alto para a família do Arthur (U$ 60.000,00).

Pedindo ao bom e soberano Deus que continue abençoando e protegendo o Arthur e os corredores de rua, encerro este post.

Abraços para quem for de abraço, e beijos para quem for de beijo.

Juarez Arigony