XII Reveza 10

XII Reveza 10 – 21 de Maio de 2017

Baía dos Golfinhos – Governador Celso Ramos/ SC – Brasil

Meus Finhos e Minhas Finhas,

             A 12ª edição do maior revezamento em águas abertas do mundo foi marcada por alguns acontecimentos inopinados que causaram significativas mudanças na prova. A maior delas foi a própria modificação do local do evento devido ao mau tempo e às péssimas condições do mar. A “lestada”, que começou na quinta-feira e persistiu até sábado, fez com que a travessia fosse adiada de sábado para domingo.

Mas, a nossa aventura começou na sexta-feira, dia 19, à noite. Os atletas que formaram a Equipe Raiasul/ Nadebem se encontraram na frente da escola (Av. Teixeira Mendes, 704) às 23h.

Após quase sete horas de viagem, chegamos à aprazibilíssima pousada “Maré Mansa”, onde a Dona Marly nos esperou com um saboroso café da manhã.

Reparem na beleza do lugar! Os quartos estão imersos no verde das plantas e no colorido das flores!

Abaixo, à sombra do arvoredo, os profes envolvidos na empreitada.

Ainda no período que tiramos para descansar, logo após à chegada, tive a oportunidade de conhecer e fazer amizade com o simpaticíssimo Wilson! Os cachorros, mesmo de raças diferentes, sempre se entendem!

Então fomos almoçar no “Roda Viva” – excelente restaurante de frutos do mar (recomendado pela Dona Marly).

Levantamos da mesa e fomos buscar os kits no Hotel Água de Palmas. Lá, tivemos a felicidade de encontrar o Marcos e a Léia (organizadores do evento – nas pontas da foto). Vocês não vão acreditar, mas eles, num gesto de extrema gentileza, realizaram um simpósio técnico exclusivo para a nossa equipe. O Marcos está descalço porque tinha acabado de chegar da ilha (Anhatomirim). Marcos e Léia, muitíssimo obrigado pela consideração e pelo carinho!

De volta para a pousada, o Wilson nos convidou para um passeio. Ele queria nos mostrar a beleza das praias locais.

Ele nos afirmou que a Praia das Cordas (lá embaixo) é a mais linda do mundo!

O Wilson tinha razão! A praia é, realmente, muito bonita! Mas, não tivemos sorte, porque, quando lá chegamos, já havia escurecido e chovia!

No dia seguinte, domingo, fomos a primeira equipe a chegar ao local da prova! Quem me conhece sabe qual é o meu raciocínio: “antes da hora é a hora, em cima da hora é atraso e depois da hora é contravenção disciplinar”!

Devido à mudança de local da prova (estamos na Baía dos Golfinhos, e não na Ilha de Anhatomirim) os organizadores tiveram que se arranjar sob um barracão de pescadores. Detalhe: estava faltando luz!

E, como se fosse possível, enfeitamos um lugar que, como diz o grande Jorge Benjor, é bonito por natureza!

Também nos ajeitamos sob o já citado barracão e os bonitões da equipe realizaram uma pequena demonstração de fisiculturismo! Gesuismariaejosé!

As outras equipes foram chegando e, rapidamente, ocupamos quase que a praia toda!

Enquanto eu me divertia analisando as esculturas representativas da arte local…

… O Brunão verificava se tinha condições de entrar no mar sem causar dano ao olfato dos golfinhos!

Depois, ele se lembrou que estávamos ali para vencer o campeonato praiano de fisiculturismo! Sógesuissalvaestaalma!

E foi dada a largada!

Ao invés de boias, o percurso de 650 metros (cada nadador dava duas voltas) foi sinalizado com os barcos que se encontravam fundeados na baía. Nadava-se até o “Vô Ari”, contornava-se o “Maneca” e chegava-se à praia (isto era feito duas vezes).

E, lá vem o Professor Bruno Bertotto, nosso número 1, saindo da água e encerrando a sua participação!

O Brunão passou para a Professora Vivian Telles. Ela está entrando na água, vestindo uma roupa cinza com roxo!

E aí está a nossa queridíssima profe passando para a Carina! Quem recebia (Carina) tirava o chip de quem passava (Vivian), e o colocava no seu próprio tornozelo. Isso era feito assim para evitar que o nadador que acabara de nadar, extenuado, tivesse que olhar para o chão e corresse o risco de tontear e, até mesmo, cair na areia.

Observem que, quase sempre, quem passa se apoia nas costas de quem está recebendo. Seja pelo motivo que for, isto faz com que seja extremamente válida a recomendação mencionada anteriormente (quem vai nadar é que manobra). Aqui, a Carina está passando para o Carlos!

O próximo era eu!

Transferindo o chip do Carlos para o meu tornozelo!

Enquanto eu nadava, o praiano de fisiculturismo persistia!

Finalmente, eu cheguei e passei para a Thais – lá vai ela! Nada, Thais! Senão o “monstro careca” te pega!

A Thais passou para a Ana Mottola, que, a esta altura, já tinha vencido o campeonato de fisiculturismo na sua categoria. Aqui, faço um agradecimento especial à Ana. Ela aceitou nadar conosco para preencher a vaga de um nadador que desistiu. Valeu, Ana! Muito obrigado!

A Ana passou para o nosso oitavo nadador: Gui de Lamare!

Achei bonita a entrada do Gui na água! Parecia um avião!

E este aí é o “Nego” Lombardi! Outro fantástico atleta a quem tenho que agradecer por ter topado completar a nossa equipe! Grande Lombardi, muito obrigado pela disposição, pela alegria e por toda a experiência que dividiu conosco em apenas uma manhã de domingo! Tenho certeza que as travessias e provas do porvir fortalecerão a nossa amizade! A propósito: mais um que ganhou o campeonato de fisiculturismo na sua categoria!

E aí está ele comprando a encrenca do Gui!

E, finalmente, o nosso último nadador: Henrique Cramer!

Pra finalizar, acrescento um pequeno vídeo dos momentos finais do revezamento.

Depois que o Henrique chegou, tivemos a honra de subir ao pódio para receber o troféu! E esta é a imagem final que deixo para vocês!

Do fundo do meu coração, agradeço a esta equipe e a estes fantásticos amigos por estarem juntos comigo na realização deste sonho! Professor Bruno Bertotto, Professora Vivan Telles, Carina Carlan, Carlos Cramer, Thais de Souza, Ana Mottola, Professor Guilherme de Lamare, “Nego” Lombardi e Henrique Cramer, muito, muito, muito obrigado! Reparem que estou, no pódio, com a camisa da Raiasul – foi a forma que encontrei de dizer: Professor Wilson Mattos, muito obrigado!

Fico por aqui, aguardando ansioso pela próxima travessia.

Que o bom e soberano Deus continue nos guardando e protegendo das lestadas!

Abraço pra quem for de abraço, e beijo pra quem for de beijo!

Juarez Arigony

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AGRADECIMENTO

Meus Bacharéis e Minhas Licenciadas,

             O propósito deste post é, simplesmente, agradecer. Faço isso porque, nos últimos cinco anos, corri uma das maiores provas da minha vida, e considero-me um privilegiado por ter cruzado o pórtico de chegada de uma forma tão especial. Estou me referindo à conclusão do curso de Educação Física na Escola de Educação Física, Fisioterapia e Dança da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (ESEFID/ UFRGS). Recebi o diploma no último dia 17 de janeiro em cerimônia realizada em gabinete no auditório do Laboratório de Fisiologia do Exercício (LAPEX) da citada escola.

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Em primeiro lugar, sou privilegiado por crer em um Deus que faz com que todas as coisas cooperem para o bem daqueles que O amam (Romanos 8: 28). Então, agradeço a este Deus.

E, como tudo coopera para o meu bem, sou um privilegiado por ter tido a benção de concluir o meu quarto curso superior – o citado no primeiro parágrafo. Sinto imenso orgulho, mas digo isso, apenas porque, na minha visão, é realmente um privilégio ter oportunidade e vontade de estudar a despeito de todas as dificuldades e da inversão de valores que permeia a sociedade contemporânea.

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Sou privilegiado por ter a família que tenho. Sou privilegiado por ter, principalmente, os pais que tenho – Edu e Nilza. Sem o seu apoio e orientação eu não teria concluído nem o jardim de infância – nem a Escolinha da Dona Teteca! Sou privilegiado por ter 53 anos de “mãe e paitrocínio”!

Sou privilegiado por ter os amigos que tenho. Desculpem-me se esquecer de alguém e, aqui, a ordem deve ser desprezada. Sou privilegiado por ser da Barra 2012/ 1 da ESEFID e por ser atleta da Equipe Daniel Rech. Tenho o privilégio de ter colegas maravilhosos na Raiasul/ Nadebem onde sou chefiado pelo “mito” Wilson Mattos e pelo professor Bruno Bertotto; e por ter tido a oportunidade de estagiar na Raiacenter sob a impecável orientação dos professores Mário Freitas (outro “mito”), Vítor Silva e Léo Mota.

Alguns nomes eu faço questão de, neste momento, mencionar de forma explícita, referindo a eles a minha enorme gratidão (desprezem a ordem). Professores (as) da ESEFID: Adriana Berleze, Adroaldo Cézar Araújo Gaya, Alberto de Oliveira Monteiro, Alex Branco Fraga, Alexandre Velly Nunes, Álvaro Reischak de Oliveira, Andréa Kruger Gonçalves, Anelise Reis Gaya, Carlos Adelar Abaide Balbinotti, Caroline Pieta Dias, Cláudia Silveira Lima, Cláudia Tarrago Candotti, Clézio José Gonçalves dos Santos, Denise Grosso da Fonseca,  Eduardo Lusa Cadore, Elisandro Schultz Wittizorecki, Fabiano Bossle, Flávia Meyer, Flávio Antônio de Souza Castro, Giovani dos Santos Cunha, Janice Zarpellon Mazo, Jefferson Fagundes Loss, João Carlos Oliva, José Cícero Moraes, José Geraldo Soares Damico, Leonardo Alexandre Peyre Tartaruga, Lisete Arnizaut Machado Vargas, Lisiane Torres e Cardoso, Luiz Biazus, Luiz Fernando Martins Kruel, Luiz Fernando Silva Bilibio, Marcelo Francisco da Silva Cardoso, Marco Paulo Stigger, Mário Roberto Generosi Brauner, Martha Ratenieks Roessler, Mauro Myskiw, Míriam Stock Palma, Nádia Cristina Valentini, Rogério da Cunha Voser, Ronei Silveira Pinto, Silvana Vilodre Goellner e Vicente Molina Neto. Agradeço, ainda, aos mestres Daniel Finco e Gustavo Schumacher que substituíram de forma magistral dois dos professores citados anteriormente.

Também quero mencionar a minha incomensurável gratidão a alguns valorosos colegas da querida barra 2012/ 1 e de outras barras que, ao longo dos  cinco anos de percurso, tornaram-se importantes para mim (desprezem a ordem mais uma vez): Éder Sulei Santiago da Silva, Vitória Crivellaro Sanchotene, Leonardo Monteiro, Gabriela Zardo, André Pincetta, Gabriela Kerkhof, Márcia Guterres Weirich, Ricardo de Assis Correia, Bruno Caldeira, Guilherme Farias, Vinícius Fin, Marcos Franken, Jordana Pires, Priscila Limana, Guilherme Caporal, Guilherme Testa, Thales Collar, Luciano Montone, Natália Bender, Gabriel Peralta, Raul Fraga, Mauro Castro, Jacson Severo, Jaci Brum e Aline Porto. Todos os citados aqui souberam desprezar e, também, fazer com que eu desprezasse as inúmeras gerações que nos separam. A todos vocês: muito, muito, muito obrigado!

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Talvez vocês estejam se perguntando sob a forma especial de cruzar o pórtico de chegada a que me referi no primeiro parágrafo. Bem, pessoas que, como eu, valorizam o estudo, provavelmente, também valorizam a láurea acadêmica. E esta foi a minha segunda láurea em menos de um ano, pois primeiro a obtive na Licenciatura e, agora, no Bacharelado.

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Sendo assim, vamos em frente! Apesar de todos os pesares, mais uma vez, o mundo parece se descortinar diante dos meus olhos! Minha intenção é utilizar os conhecimentos adquiridos para tornar o ser humano mais saudável, e divulgar todas as possibilidades de alegria proporcionadas pelo movimento do corpo. Uma das formas de fazer isso, vocês verão no próximo post.

Se você está lendo este post, é porque, de alguma forma, você é importante para mim. Você também é responsável pela realização deste sonho. Sendo assim, muitíssimo obrigado pelo seu apoio e pelo seu carinho.

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Para encerrar, mais uma vez agradeço ao Grandioso Criador e Pai, desejando que ele continue ao nosso lado nos guiando e protegendo.

Abraços para quem for de abraço, e beijos para quem for de beijo!

Juarez Arigony

3ª Aula de Surf – Tramandaí/ RS – 10/ 12/ 2016

Meus Pregos e Minhas Morras,

          Ontem, tivemos a nossa última aula de Surf do semestre que está findando. Digo isto com um misto de tristeza e de alegria. Tristeza porque é o fim de um convívio e de uma experiência sem precedentes na história de vida da maioria dos alunos que cursaram a disciplina (inclusive eu); alegria porque o aprendizado foi muito além daquilo que esperávamos. A metodologia do ensino do Surf, a parceria, e as amizades fortificadas formam um legado que jamais será apagado das nossas mentes.

Mas, deixando de lado essas considerações pseudofilosóficas, vamos ao que interessa.

A aventura começou bem cedo, de forma que pudemos parar no Maquiné (aquele lugar onde todos os habitantes do sul do Brasil merecem tomar um café e comer uma torrada) para um pequeno lanche e uma confraternização em torno do balcão.

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É bem verdade que nem todos puderam confraternizar, muito provavelmente, em virtude da exaustiva jornada de trabalho do dia anterior.

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Todos nós, professores, trabalhamos muito, pois, afinal de contas, temos excessivas obrigações e responsabilidades! Somos adultos!

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E, depois da prazenteira jornada, o buzão despejou a caterva no calçadão de Tramandaí.

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Tem estes encontros fortuitos que o inesperado nos proporciona. Foi ali no calçadão que eu tive a oportunidade de rever uma antiga paixão de Uruguaiana – a Rita Lee. A partir daqui, os créditos de todas as fotos são da Toinha (Vitória Sanchotene), pois eu fiquei intertido com a minha velha amiga.

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Na manhã nublada e cinzenta, enquanto eu colocava o papo em dia com a querida Rita, os colegas partiram direto para a beira da praia!

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Aí em baixo, o Litran está apontando para as dunas e achando graça do meu papo com a Ritinha. Enquanto isso, a Jamile, sob a friorenta supervisão do monitor Nacho, colocava em prática os ensinamentos recebidos na primeira aula (veja posts anteriores).

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E eu vou dizer uma coisa séria pra vocês: a Jamile até que leva jeito, mas ainda vai levar uma cara pra chegar no nível do nosso querido Mogli – o menino lobo (veja posts anteriores).

E por falar no mestre dos monitores, lá foi ele pra dentro d’água analisar as condições de temperatura e pressão do ambiente marinho, evidentemente, pensando na segurança e bem-estar dos seus alunos. Vocês se lembram da garcinha – a Graça – do post anterior? Pois é, lá estava ela observando e cuidando do seu amigo Mogli.

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Ao sair da água, Nacho Bolt percebeu que estava sendo observado, lá das dunas, pela Ritinha e quis “se aparecer” pra ela. Tá pensando que é assim, bobão? A Ritinha não se impressiona com pouca coisa!

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Enquanto isso, instalados confortavelmente na melhor sala de aula do mundo, assistimos à última palestra do Professor Dr. Fabiano Bossle sobre a arte de se dominar as ondas.

O objetivo deste último encontro era, se possível, permitir que conseguíssemos ficar em pé na prancha – última etapa da metodologia ensinada. Para isso, o Professor Bossle explicou a execução do movimento dividindo-o em quatro fases: o surfista 1) ergue o tórax da prancha com o auxílio conjunto dos braços; 2) traz a perna que está sem o leash para a frente, fazendo com que ela se afaste da outra; 3) posiciona o quadril em baixo do tronco; e 4) ergue o tronco e posiciona os braços de forma a se equilibrar sobre a prancha. O professor, ainda, deixou claro que os quatro passos acima não são executados um após o outro – a divisão é, meramente, didática. O movimento dura fração de segundos e tudo é feito de forma simultânea.

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Finalmente, chegou a hora que a criança chora e a mãe não vê!

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A hora de ir pra água e tentar ficar em pé sobre a tábua havaiana!

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Desta vez, louco para me exibir para a Rita, que ficou nas dunas me direcionando balidos incentivadores, entrei junto com os monitores – que honra!

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Como já havia acontecido na primeira aula, os salva-vidas, ao me verem entrar junto com o Nacho, vieram correndo!

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Tomaram meia dúzia de berros na orelha – a Ritinha ficou furiosa – e foram embora! Enquanto isso, eu aguardava a primeira onda.

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Gente, que alegria! Que felicidade! A metodologia funciona! Dá certo!

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Fui tentar pegar outra e, não é brincadeira, os locais já se empudeceram e vieram tentar me rabear! “Sai pra lá, Nacho! ” (Entenderam o “empudeceram”? Fique claro: eu disse “RABEAR”! Olhem no Google!).

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Aí está o goofy Nacho!

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Reparem a felicidade da criança ao sair da água ao término da bateria!

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“Gurizada, vamos dar uma alongada antes da próxima bateria! Todo mundo junto!”Gezuismariaejosé!

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Aí as baterias foram se sucedendo, e muita gente conseguiu atingir o objetivo de ficar em pé! Olha o João aí!

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O Henrique, observado de perto pelo Professor Bossle!

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Então, a mãe chegou e a criança parou de chorar!

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O Jacson também subiu na prancha!

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Olha só que show a Andressa, sorrindo!

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Este aí sabe muito! Vejam a leveza e a catigoria do Franco!

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Directamente de Galicia: el señor Gonzalo Lijó Pérez!

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Toda a natureza se alvoroçou…
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Quando apareceu Gezuis, andando por sobre as águas! Misericórdia!
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Neste momento, o Jaquinho, mordidaço de ciúmes por causa da Ritinha, veio me pedir em casamento!

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Não aceitei, não! Tá pensando que é assim? Ele não quis nem pagar o almoço no Paradouro!

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Depois do rango mole, veio o “acerto de contas” com o Professor Bossle: A PROVA!

A avaliação transcorreu da seguinte maneira: um dos colegas entrava no mar para surfar, e um outro, na areia, relatava ao professor os erros e acertos do surfista em ação de acordo com a metodologia ensinada ao longo do semestre. Aí em baixo, estou eu sendo avaliado…

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… e tentando fazer o impossível: enrolar o homem!

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E, aí em baixo, a Betina tentando fazer o que eu não consegui!

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Mas, no final, todos iremos à praia! Alguns no Caribe, outros em Quintão, mas todos iremos! O importante foi a amizade e o carinho partilhados sob a supervisão e orientação do Professor Bossle. Vejam o que está escrito em sua camisa. Assim é o seu coração: uma imensa casa de portas abertas!

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Como é bom o abraço fraterno dos amigos!

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Quero agradecer a todos os que tornaram possível a realização da disciplina: ao Professor Dr. Fabiano Bossle, a todos os colegas cujos nomes estão aí em baixo, aos monitores (Nacho, Diego, Vinícius e Franco), aos motoristas dos ônibus: Luciano, Rodrigo e Cléber, e a todos os professores da Escola de Educação Física, Fisioterapia e Dança da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (ESEFID/ UFRGS) que apoiaram o projeto de inclusão da matéria no currículo. Agradeço, por último, mas em primeiro lugar, a Deus, Senhor do universo, da Terra, dos mares, das ondas e dos swells.

Bem, eu, agora, preciso lhes pedir licença. Ainda não colocamos todas as fofocas em dia, e eu fiquei de me encontrar com a Rita para conversarmos mais! Fui!

Aloha! Abraços e beijos,

Juarez Arigony

A Metodologia do Ensino do Surf

Meus Regulars e Minhas Goofies,

Ontem, sábado, 03 de dezembro de 2016, partimos para a nossa aula de surf em Tramandaí. Desta vez, diferentemente da primeira, o local escolhido pelo Professor Dr. Fabiano Bossle foi a plataforma de pesca da praia conforme vocês verão nas fotos a seguir.

Para começar, gostaria de fazer, aqui, mais uma pequena referência elogiosa ao trabalho do Professor Bossle. Ontem, a Colônia de Férias da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) em Tramandaí encontrava-se interditada e não pudemos utilizá-la como ponto de apoio para a aula, fato que causou imenso transtorno. Outra coisa: será que a universidade não poderia disponibilizar um ônibus em que fosse possível se levar as pranchas? Estas, de propriedade do professor, são levadas pelo próprio em seu carro e com o consumo da sua gasolina. A impressão que se tem é de que cada vez mais obstáculos se apresentam para dificultar a atividade. E isso acontece sem que nenhuma autoridade acadêmica, com um mínimo de bom senso, tome qualquer atitude para viabilizar de forma mais consistente o trabalho do já citado professor. A continuar assim, tudo leva a crer que a disciplina, muito em breve, não será mais disponibilizada, o que traria um grande prejuízo para os alunos da Escola de Educação Física, Fisioterapia e Dança (ESEFID). Prezado Professor Bossle, em meio a todas as intempéries, valorizo ainda mais o seu esforço e empenho. E, sem nenhuma pretensão de ser o porta-voz dos colegas que cursam a disciplina, penso que, neste caso específico, conto com o apoio de todos.

Após este breve desabafo, vamos ao propósito deste post: contar um pouquinho do que foi a nossa segunda aula de surf. E começo ressaltando uma coisa que é de fundamental importância: depois de uma semana de exaustivas batalhas pelo desenvolvimento da educação neste país, deixem os professores dormirem um pouco!1

Eles também têm direito a tomar um café no Maquiné como qualquer mortal que habita o sul do Brasil.

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Mais ainda: não só os professores, mas todos os seres humanos deveriam escutar as fabulosas aventuras do Professor Jacson Severo Encostado no Poste!4

E, depois de muitas histórias, chegamos ao pátio da nossa escola – a Plataforma de Pesca de Tramandaí – colossal obra de rara beleza arquitetônica naval.
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Num dia bastante nublado e prenunciando chuva, a Vitória, a Carolina e a Isadora chegaram alegrando o ambiente, desfilando e espalhando sorrisos sobre as úmidas areias tramandaienses.

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E, tão logo se fechou a passarela, o Professor Bossle revisou a teoria básica a respeito da metodologia do surf.

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Na sequência, fomos para a água divididos em duplas da seguinte maneira: primeiro um seria o professor do outro por 45 minutos; logo após, o outro seria o professor do um pelo mesmo tempo. Entenderam? Simples e extremamente prático e pedagógico! Vejam, abaixo, as duplas entrando no mar.

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Deve-se entrar na água puxando a prancha pelo leash com a mão o mais próximo possível do copinho (local da prancha onde a cordinha é amarrada). Dessa forma, o bico da prancha apontará para a areia e a rabeta para dentro do mar. Vejam, abaixo, a demonstração do professor Henrique.

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Abaixo, vê-se as duplas acompanhadas pelos monitores.

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A primeira tarefa a ser realizada para se seguir, corretamente, a metodologia disseminada pelo mestre Bossle consiste em, com o auxílio do professor, deitar o aluno sobre a prancha de forma que ambos – aluno e prancha –  fiquem estáveis. O bico da prancha não pode afundar na água, e nem ficar muito elevado.

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O professor segura a borda lateral da prancha com uma das mãos, e com a outra empurra a rabeta para colocar o aluno na onda. O professor escolhe a onda e, apenas, avisa para o aluno o momento em que dará o empurrão – “Vai!”.

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Após o “lançamento”, o aluno, sobre a prancha, zingra feliz, alegre e sorridente as águas do oceano!

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Na segunda fase da metodologia, o professor determinará o momento em que o aluno deve começar a remar. O aluno entrará na onda através da própria remada e, ainda, com o auxílio do empurrão do professor.

Na terceira fase, o aluno, após entrar na onda, erguerá o tórax da prancha com o auxílio dos braços. Este palhaço aí em baixo resolveu fazer graça e ergueu os braços! Bobalhão!

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Na quarta e última fase, o aluno escolhe a onda, rema e entra sozinho na mesma. O professor, à frente do aluno, apenas acompanha o processo e fornece algumas orientações para corrigi-lo. Se for possível, nesta fase, o aprendiz ficará de pé. Se não, ele, apenas, aproveita e curte o “jacaré”!

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Para não estragar a prancha, não se deve deixar que as suas quilhas batam na areia do fundo do mar. Sendo assim, para evitar o prosseguimento em direção à parte rasa, o aluno, já com absoluto domínio do artefato sobre o qual se encontra deitado, deve fazê-lo girar para dentro do mar, saindo da onda e evitando que aconteça o infortúnio anunciado acima.

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Na areia, enquanto o Professor Bossle ministrava na água, a Tanise dava um jeito na coluna do Sérgio.

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Um conselho: se fores dar aula de surf para um grande número de crianças, trate de proporcionar alguma atividade, na areia, para elas enquanto estás no mar (acho bom até levar um/a recreacionista). Caso contrário, elas ficarão entediadas e começarão a perturbar a paz e a tranquilidade dos demais banhistas – ninguém merece!

O Pablo ficou furioso comigo! Olha só os “oião” atravessado dele pra mim! A propósito: eu fiz dupla com a Vitória.

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Questão que caiu na prova do último ENADE: marque uma das alternativas abaixo. O que tem de mais bonito na foto a seguir?

  • (A) A Vitória;
  • (B) A franja do Juju;
  • (C) A sunga do Litram (creindeuspai!).

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Quando eu e a Vitória estávamos saindo da água, olha só quem encontramos na beira da praia: o Kelly Slater da ESEFID, Professor Dr. Eduardo Cadore. Que sorte e que prazer! Professor Cadore, um grande abraço deste seu aluno e admirador!

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As práticas na natureza nos proporcionam encontros maravilhosos! Vejam a beleza e a imponência da garça abaixo!

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O mar, então, começou a crescer! O Professor Bossle preocupava-se com a excepcional destreza de seus discípulos junto às borrascas marítimas.

41 Foi o momento de tirar o time de campo, ou melhor, do mar!
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Sob o gazebo do Dante, começamos a bater em retirada! Observem, na foto abaixo, a tristeza do nosso querido Nacho – popularmente conhecido por Mogli, o menino lobo. É que ele recém tinha tatuado duas meigas cabeças de dragão (uma no peito e outra nas costas), e não pôde participar mais efetivamente das atividades tal como fizera na primeira aula (veja o post anterior). El niño estaba muy deprimido!

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E vejam só que coisa mais querida! O Joãozinho conversando com o buzão antes de embarcarmos para a viagem de volta!

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Gente, é brincadeirinha! Não foi nada disso! É que vocês sabem como é passeio de pobre: sempre chove e, na volta, o ônibus estraga!

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Para resolver o problema – limpador de para-brisas quebrado – contamos com o safismo e as peripécias do nosso Rodrigo Motora,

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E ainda tivemos a sorte de eu ter, na mochila, um dos parafusos novos que eu havia comprado para o limpador de para-brisas da minha Romi-Isetta (recém-nascidos, olhem no Google!).56

Amigos, apesar da chuva na volta e das dificuldades enfrentadas em virtude do mau estado de conservação do ônibus, a aula foi excelente. Excelente também foi a oportunidade de convívio e confraternização dos colegas da ESEFID nesta fantástica prática junto à natureza.

No próximo sábado, 10 de dezembro de 2016, teremos a nossa última aula de surf do semestre corrente. Mal posso esperar pela repetição dos agradáveis momentos que vivi no dia de ontem.

Enquanto aguardamos, peço ao bom e eterno Pai que continue nos abençoando e protegendo em todos os mares, e nos enchendo de coragem para droparmos as mais altas ondas!

Abraços e beijos,

Juarez Arigony

Beijos do Moré!

Meus Golfinhos e Minhas Sereias,

Hoje finda-se um ciclo.

E a vida é assim mesmo! Como diria o grande filósofo Lulu Santos: “A vida vem em ondas como o mar… Num indo e vindo infinito…”!

Eu jamais poderia imaginar que, ao longo desses últimos três anos, pudesse ter a oportunidade de conviver com crianças, pais, avós e amigos maravilhosos que me mostraram que vale a pena acreditar nos sorrisos, e nos mais simples gestos de ternura que brotam de corações verdadeiramente puros.

É possível não acreditar na beleza da vida quando se tem um sorriso desses no colo? Dado, muito obrigado por todos os ensinamentos a respeito das aftas e da acidez das maçãs – nunca me esquecerei! Meu galã, a Globo te aguarda – eles estão só esperando aquele dente voltar pra dentro da boca!

1

João, Gabi, Aninha, Léo e Dado, acreditem! Eu nunca senti um chulé pior do que o de vocês! Deuzulivre! Comecem a tomar banho e a passar talco nos pés!

4

Foi neste tapetão que vocês me ensinaram a contar até dez! Afinal, são… “1, 2, 3 indiozinhos… 4, 5, 6 indiozinhos… 7, 8, 9 indiozinhos… 10 no pequeno bote”! Um grande beijo do seu eterno “jacaré”!

11

Sara, Clara, Henrique, Isadora, Julinho e Arthur (Sofia e Maria Clara – que não aparecem na foto), vocês são os discípulos que todo mestre deseja ter, ou melhor, os discípulos que todo “moré quer”! Vocês me permitiram cursar uma disciplina, muito importante, que não está presente nos currículos das melhores faculdades de Educação Física do país: ajuste de óculos de natação! Sigam em frente, acreditem nos seus sonhos e lembrem-se sempre da história da medalha de prata: nunca desistam!

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Queridos pais e amigos, muito obrigado por terem acreditado em mim e me confiado uma pequena parcela da educação dos seus filhos. Se mais não fiz foi porque não soube ou me faltou competência, mas, acreditem, vou continuar estudando para corrigir as falhas, e meu coração estará sempre de portas abertas para recebê-los!

23

Professores Mário Freitas e Vítor Silva, muitíssimo obrigado por esta incrível oportunidade. Como disse no início do texto, parto porque findou-se um ciclo e “tudo muda o tempo todo no mundo”! Contem sempre comigo!

Por fim, e antes de mais nada, muito obrigado meu Deus!

Abraços e beijos,

Juarez Arigony

Surf em Tramandaí

Meus Straps e Minhas Cordinhas,

Ontem, 19 de novembro de 2016, em uma das mais belas manhãs de sábado do ano que está terminando, eu e mais vinte e quatro colegas da Escola de Educação Física, Fisioterapia e Dança da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (ESEFID/ UFRGS) tivemos a nossa primeira aula da disciplina de Surf.

A instrução foi ministrada pelo Professor Dr. Fabiano Bossle na praia de Tramandaí/ RS próximo a guarita 144 (Área de Surf) conforme vocês podem observar na foto abaixo, em que aparece este aluno com a citada atalaia ao fundo.

2

Antes da prática propriamente dita, tivemos uma explanação teórica realizada na churrasqueira da Colônia de Férias da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) onde ficamos alojados. Durante este encontro, alguns pontos foram acordados seguindo as orientações do já referido mestre. Em primeiro lugar, foi explicado que a matéria não será conduzida na dimensão competitiva de esporte, e sim como uma prática corporal na natureza.

O Professor Bossle ainda explanou que não seguiríamos a metodologia havaiana de ensino. Esta, adotada pelos professores Felipe Raupp de Torres/ RS e Alexandre Bidart de Capão da Canoa/ RS, ensina os gestos motores na areia, portanto, fora do ambiente onde a prática é realizada. Começamos direto na água através do reconhecimento do ambiente.

Também de forma diferente da utilizada pelos dois citados professores do litoral norte gaúcho, adotaremos a subida na prancha em único movimento sem utilizar o apoio do joelho. A divisão do movimento em fases, segundo o nosso professor, pode fazer com que o aluno adquira vícios que serão muito difíceis de serem sanados.

Três regras básicas foram disseminadas pelo catedrático. Primeiro: para surfar é obrigatório o domínio da natação utilitária – a que garante a sobrevivência no mar, e não a utilizada nas competições. Segundo: para entrar no mar é obrigatório que se saiba sair. E terceiro, mas não menos importante: não surfar sozinho. Como se pode observar, as três regras mencionadas visam à segurança do surfista.

Apenas a título de informação, utilizaremos nas nossas aulas quatro pranchas de softboard de 9 ft com três quilhas – todas de propriedade do Professor Bossle.

Após este rápido encontro introdutório, fomos divididos em quatro grupos de quatro ou cinco colegas. Cada grupo teve uma hora de aula: das 10:50 às 11:50h; das 11:50 às 12:50h; das 12:50 às 13:50h; e, o último, das 13:50 às 14:50h. Durante o período em que não estávamos em aula, ficamos na areia assistindo aos colegas que estavam no mar.

Abaixo, a chegada da bagaceirada na praia.

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Logo em seguida, o Professor Bossle começou a disciplinar a turma. O Henrique achou que a água estava muito fria, e não queria entrar. Nosso Professor resolveu o problema de forma simples e educada: “coloca a roupa e entra! ” E era isso.

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Sintam o nível do aquecimento puxado pelo nosso admirável monitor Nacho (o mais à direita na foto abaixo)! Daqui a pouco mostrarei para vocês o altíssimo nível do nosso decurião.

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Então, o Professor Bossle e o grande Nacho entraram na água para analisar as condições do influxo que, a esta altura, encontrava-se no seu pleno estofo.

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Logo em seguida, deu-se a entrada da primeira turma no mar. Isso causou um frenesi absurdo na beira da praia. Era mulher gritando, homem se escabelando, chupa-cabra balindo…. Lá vão os bonitões!

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Os bombeiros, que treinavam nas imediações, vieram correndo para tentar evitar a tragédia!

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Mais uma vez, o Professor Bossle atuou “delicadamente” e os salva-vidas, do mesmo jeito que vieram, voltaram!

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E, enquanto o Professor tentava amestrar os seus “lobos-marinhos”, na areia, a Isadora demonstrava o mais puro domínio de bola em seu futebol-arte! Os barbados, inclusive o que escreve, estavam impressionados com a habilidade da menina!

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Então, o mestre mostrou para os animaizinhos como se passa parafina na prancha.

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E não é que eles aprenderam! (Pelo menos isso…)

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E aí os buniltifuls foram para a água com as pranchas do profe!

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Nosso dedicado mestre, em sua fé e confiança inabaláveis, continuou com o amestramento!

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Todos tiveram a oportunidade de deitar sobre as pranchas e, auxiliados pelo mestre e pelos monitores, dar algumas remadas.

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Nosso incansável Nacho corria do mar para a areia e da areia para o mar sempre buscando uma forma de ajudar os companheiros. Na foto abaixo vejam a estileira do rapaz!

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E por falar em estileira, deixem-me tecer alguns comentários a respeito da monitoria da disciplina. Faço isto porque sei que muitos colegas da ESEFID, ao lerem este texto e verem estas fotos, sentirão vontade de se candidatar ao cargo de monitor desta doutrina. Pois saibam que os critérios do mestre Bossle são bastante eletivos para a disputa da vaga. Se você não for capaz de fazer o que o Nacho faz no vídeo abaixo, por favor, nem envie o seu currículo – será perda de tempo!

Vejam eu, a Vitória e o Litran Bolt Slater!

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Abaixo, a Jamile se prepara para decolar nos aéreos…

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A Isadora tenta ensinar um pouco da sua arte para o Sérgio…

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E os “Sungas” (só quem tinha sunga bonita – gezuismariaejozé) se reúnem!
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Gente, ainda teremos mais três encontros nas areias de Tramandaí. Mas, independentemente do aprendizado da metodologia do Surf, o importante foi, é e será a alegria e amizade desenvolvidas tendo como pano de fundo e motivo principal, talvez, a mais bela prática junto à natureza desenvolvida pelo homem: o Surf.

Quero deixar aqui os meus sinceros agradecimentos à UFRGS, na figura dos professores da ESEFID, pela modernidade de pensamento e de atitudes ao proporcionar aos seus estudantes a oportunidade de contato com uma prática ainda bastante incipiente nos meios acadêmicos, e marcada por vasta gama de antigos e obscuros preconceitos.

Agradeço ao excepcional mestre Professor Dr. Fabiano Bossle pela iniciativa e persistência em liderar e suportar (inclusive financeiramente) a disciplina de Surf. Prezado Professor, desculpe-me pelas brincadeiras acima, e muitíssimo obrigado pelo carinho nos transmitido de forma sincera e honesta, e pela serenidade transcendental com que conduz o seu trabalho. Em tempo: este agradecimento é válido desde o estágio no ensino médio no Colégio Inácio Montanha.

Nacho, muito obrigado por tudo! Tu és, apenas, 10 (A com estrelinha)!

Agradeço, ainda a todos os colegas – Andressa Roberta Rodrigues Delazeri, Angel Parada Martínez, Betina Franceschini Tocchetto, Carolina de Ávila Rodrigues, Dante Leon Fraga Cabreira, Geórgia Fernandes Balardin, Gonzalo Lijó Pérez, Henrique Salgado de Oliveira, Isadora Vieira Prates, Jacson Severo de Olveira, Jamile Mezzomo Klainovicz, João Paulo Pelizzari Dias, Jordana Pinheiro Pires, Kelvin Kerry Kessler, Pablo Soares Macedo Lopes, Rafael Vicente Litran, Sérgio Ferrarini Santos, Tanise D’Avila Rodrigueiro, Vinícius Franke Krumel e Vitória Crivelaro Sanchotene – pela parceria na empreitada, e, principalmente, por terem tornado o sábado já mencionado ainda mais bonito e colorido.

Por fim e mais importante, agradeço a Deus pela benção deste encontro e do convívio com amigos tão especiais citados acima, e peço a Ele que continue nos abençoando e protegendo em todas as águas e ondas que viermos a surfar.

Abraços pra quem for de abraço, e beijo pra quem for de beijo!

Até a próxima!

Aloha!

Juarez Arigony

Audax Trail Tour 2016 – Edição São José do Hortêncio – 06 de agosto de 2016

Meus Josés e Minhas Hortências,

             Considero uma verdadeira benção divina poder estar com a Equipe Daniel Rech em mais um sábado inesquecível. E isso acontece não só pela alegria e descontração que vocês poderão observar nas fotos que se seguem, mas, especialmente, por tudo de bom que se compartilhou nas poucas horas que passamos juntos: amizade, parceria, companheirismo, bom humor, … E não estou nem um pouco preocupado em definir aqui se todas essas coisas são sinônimas, aliás, não estou preocupado com absolutamente nada. Apenas me sinto um privilegiado por poder ter dividido tudo isso com esses maravilhosos amigos.

             Vejam a nossa chegada à pacata localidade bucólico-rural (Credo! Tô me puxando!). Lá no fundo, ao lado da minha cabeça, vocês podem ver o ginásio onde foi dada a largada da prova. Observem a posição do Pedroca – eu explico: é que São José é a capital nacional do aipim, também conhecido como mandioca, e o nosso atleta já está se preparando para acocar no inhame (só eu mesmo para uma sacada destas!).

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Mas, justiça seja feita, graças à disposição do nosso querido Pedroca foi que recebemos os kits da prova. E, por falar em disposição, vejam as caras da Aline, da Débora e da Greice nesta foto! Bota disposição nisso! Deusulivre!

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Abaixo, observem o aspecto geral da chegada da bagaceirada ao local do evento.

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E aqui, ao fundo, as montanhas que trilhamos ao longo do percurso da prova.

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Vejam, abaixo, o Coronel, à porta da van, merendando um pouco antes da largada – coisa pouca: dois sanduíches “iches”, duas bananas, dois ovinhos cozidos, duas batatas doces e 500 ml de garapa de cana apenas para manter a pressão!

05 Vejam, ainda à porta da van, as flores da equipe reunidas (Ops! Tem um flor também!). Tiago, tu ainda não me conheces, e podes estar pensando: mas que intimidade este cara tem comigo para me chamar de “flor”? E eu respondo: nenhuma! Mas aguenta que é assim mesmo!

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E a porta da van rendeu grandes momentos fotográficos. Aí estão, praticamente, todas as flores reunidas. Mas o que são aqueles óculos de armação branca? Sógesuissalva!

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Reparem no orgulho da menina por estar usando, depois de tanto tempo, a gloriosa camiseta da Equipe Daniel Rech! Mais animado que ela só o fiscal da prova em baixo da barraca azul! Misericórdia!

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Também marcaram presença, as equipes Veloz e Três Figueiras – as duas de barraca armada! Oigalê indiada buena!

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Momentos de ternura 1 – Itatiaia e Francisco.

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Momentos de ternura 2: Chichico e Juju!

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Mais uma vez, quero aproveitar a oportunidade para parabenizar e enaltecer o trabalho fantástico da Equipe Audax Eventos Esportivos organizadora do evento. Edu, Ricardo e Badico são mestres na arte de realizar corridas para quem gosta de corrida – coisa muito difícil de se encontrar no nosso adoentado calendário regional de eventos. Parabéns, Audax!

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E, antes da largada, a tradicional foto de uma das equipes mais antigas de corridas de rua (trilhas, lagoas, desertos, selvas, savanas, caatingas, montanhas, …) da capital dos gaúchos – a Equipe Daniel Rech. Parabéns, Professor Daniel, por, há tanto tempo, conseguir manter esta união e este trabalho digno apenas dos grandes mestres.

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Sem mais delongas, vamos para a largada!

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Vejam o estouro da boiada! Observem a concentração, ou abatimento, do Coronel após a realização do seu breve snack.

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E aí vai a gurizada mato a dentro!

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Peço desculpas aos colegas e leitores do post por não dispor de fotos do percurso propriamente dito. Vai longe o tempo em que dispúnhamos de fotógrafo que realizava este penoso trabalho. Como também corri a prova, não pude entrar na trilha municiado de uma câmera que me permitisse uma melhor cobertura do evento.

Sendo assim, abaixo, mostro a chegada da queridíssima Kátia Miranda – a primeira menina da equipe a completar os sete quilômetros.

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Quem fez o percurso, muito difícil devido às íngremes subidas e descidas cobertas de lama, entende facilmente a felicidade da moça em exibir a sua merecida medalha. Kátia, perdão! Eu podia ter esperado aquele monstro sair dali com aquela banana!

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Um pouquinho depois, chegou a Tati!

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E lá vem o seu Júlio Miranda, procurando, desesperadamente, uma churrasqueira para assar o salchipão da equipe!

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Graças ao bom e eterno Pai, o Júlio conseguiu matar a fome da indiada! Na foto abaixo, vocês podem observar que a churrasqueira já se encontra vazia. O povo matou 10 quilos de cupim, 5 quilos de vazio, 5 quilos de costela minga, 8 quilos de picanha, além dos 450 salchipães propriamente ditos!

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Não posso esquecer de parabenizar os jovens abaixo, Eduardo, Felipe e Namorada do Felipe, pela incrível conquista do pódio em sua primeira participação em trilhas. Como diz o Professor Daniel Rech: “quem é bom já vem do ovo”!

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E também não posso esquecer de falar a verdade para vocês: o ponto alto da festa é a hora em que surgem os prazenteiros doces da Confeitaria Matheus! O que era aquilo? Pequenos quitutes de doce de leite, creme e chocolate que fizeram a alegria daquele bando de esfaimados! Jesuismariaejosé! Conceição, eu acho que não merecia tamanha delicadeza! Sendo assim, brigaduuuuuuuuu!

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Gente, a verdade é que fazia muito tempo que eu não corria uma prova tão difícil – meu corpo está manifestando, nitidamente, sinais de absoluta fadiga. Dessa forma, e por já ser quase meia-noite, peço licença a vocês para procurar os braços de Morfeu (um deus grego que me faz sonhar, ui!).

Do fundo do meu coração, espero que, em breve, tenhamos a oportunidade de repetir eventos como o de hoje. E peço que o bom e maravilhoso Senhor do Universo nos mantenha em perfeitas condições de saúde e paz até (e além da) a chegada deste dia!

Abraços para quem for de abraço, e beijos para quem for de beijo!

Juarez Arigony