15ª Travessia Torres Tramandaí (TTT) – 26 de janeiro de 2019

Minhas Estrelas do Mar e Meus Curumins,

               Através deste post quero manifestar a minha grande alegria por ter participado de mais uma TTT. Embora tenha corrido apenas dois trechos (Torres a Estrela do Mar e Capão Novo a Capão da Canoa), preciso admitir que não sei o que faz uma pessoa normal (?) correr duas horas com um sol de 37°C na cabeça – acredito firmemente na parceria e na lembrança dos grandes momentos vividos nas areias escaldantes do nosso litoral norte.

               A parceria a que me refiro, este ano, foi a repetição de 2018. Está virando tradição – sinceramente, desejo que o “Quarteto Ju” possa continuar correndo por muitas e muitas TTTs. Você quer saber porquê eu chamo de “Quarteto Ju”? É porque é formado por quatro justos, jubilosos, e jucundos juvenis. Embora os adjetivos sejam efetivamente verdadeiros, o real motivo é que o nome de todos os integrantes começa com “Ju”: Juarez, Juliano, Júlio e Judiego (mezerecórdea!).

               Fui sexta pra Torres/RS, e, ao chegar lá, o tio Tony estava me esperando de braços abertos!

  A parte da prova que é disputada na areia começa na guarita 12 (Praia da Guarita). Até lá, são, aproximadamente, 2,5 Km pelas ruas e avenidas da cidade de Torres/RS.

  Ao chegar à praia, o atleta começa a correr com o mar a sua esquerda. Digo isso apenas para explicar que, na foto abaixo, está, ao fundo, a guarita 1 – a primeira pra cá do Mampituba. Ao lado do meu ombro direito, dá pra ver o farol do molhe sul.

  Após um lauto jantar de massas na Pizzaria Manjericão – recomendo -, fui dormir, porque, como dá pra ver na próxima foto, no dia seguinte (sábado – o dia da prova) o clarim da alvorada acordou o galo. Antes de amanhecer o dia, eu já estava na fila do banheiro químico do local da largada (Casa da Estação Verão do SESC).

  Deixo registrada aqui a minha primeira observação negativa com relação à organização do evento. Havia um (1) único banheiro químico (com três cabines) para os 2800 homens inscritos! Eu fiquei na fila das 06:15h às 06:50h para poder usá-lo! A propósito, para as meninas havia dois (2)! Inadmissível!

               Só depois de sair do banheiro, consegui encontrar a gurizada da Equipe Daniel Rech (EDR)!

  Por sorte, ainda deu pra dar uma alongada básica!

  A esta altura, o pórtico de largada já fervilhava!

  Mas, se a hora é esta, então está na hora!

  Abaixo, últimos instantes anteriores à largada, quando recebo as derradeiras orientações do Professor Daniel Rech.

V

               No primeiro trecho da prova, corri até a praia de Estrela do Mar – a 12 Km de Torres/RS. Abaixo, estou percorrendo a Praia da Guarita logo após sair das ruas da cidade.

  Ao chegar a Estrela do Mar, fui imediatamente conduzido pela minha equipe de apoio (Hahahahahaha!) até a Praia de Capão Novo (guarita 62). Então, tive que esperar quase três horas para correr o meu segundo trecho (até o farol de Capão da Canoa). Como tive preguiça de ir até o carro (a quase 10 metros de distância!) para trocar as roupas, coloquei as suadas pra secar! Acumulei fedor, mas poupei energia!  

  Ainda tive a oportunidade de amarrar um bode sob a sombra do gazebo!

  Quase revigorado, e com a roupa completamente seca e fedorenta (mais fedida que arroto de corvo!), estava pronto para a minha relargada!

  Enquanto aguardava a chegada do Júlio, aproveitei o frescor do início da tarde para mais uma foto com os amigos!

Eu estava estreando o Garmin 735 XT. O relógio é sensacional! Aliás, muito relógio pra pouco corredor!

  O segundo trecho, embora menor – apenas 7 Km -, também foi muito cansativo devido à insensatez do calor e à tentativa de baixar o pace.

  Registro, agora, a minha segunda observação negativa com relação à organização do evento: faltou água nos postos de hidratação! Na foto abaixo, eu havia enxergado o posto e, por isso, tratei de comer o gel (sachê branco na minha mão direita). Quando cheguei lá, o tonel estava mais vazio que boate gay em véspera de TTT!

  Na foto abaixo, sabem do que eu estava achando graça? Nem eu!

  Terminei a minha participação 7 Km após Capão Novo – já no farol de Capão da Canoa! Duas horas após a relargada em Atlântida, os guris (os outros “Jus”) completaram a prova em Imbé.

  Abdiquei da foto acima devido ao estado de putrefação em que eu me encontrava – tava mais judiado que passarinho em mão de piá! Saí de Capão da Canoa direto para Porto Alegre.

               Acabei morto! Completamente destruído! Na volta pra Porto Alegre, pra conseguir lanchar, precisei descansar na entrada do Maquiné (assumegezuis!).

  Apesar dos pontos negativos mencionados acima, que podem ser facilmente corrigidos, ainda acho que a TTT é a grande prova do verão gaúcho. Parabenizo a todos os atletas que correram, seja solo, duplas, quartetos ou octetos. Congratulo-me até mesmo com o pessoal de apoio, pois o calor estava forte para todos os que, de alguma forma, estiveram envolvidos.

               A corrida é uma grande escola e nos ensina muito a respeito da vida. Depois da última TTT, passei a prestar atenção até nas coisas mais simples que acontecem aqui em casa. Outro dia, ao preparar o almoço, fiquei observando a corrida dos eletrodomésticos. Sabem o que eu reparei? O liquidificador pode até sair na frente…, mas o ferro passa!

               Que o bom e glorioso Deus continue nos abençoando, protegendo e hidratando nos trechos sem água da vida!

Abraços pra quem for de abraço, e beijos pra quem for de beijo!

Juarez Arigony

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As Meias de Lã do Guarda-Marinha

Minhas Soquetes e Meus Carpins,

             Esses dias, em férias no Rio de Janeiro, tive o privilégio de almoçar com alguns (3) dos Guardas-Marinha que receberam a espada em 13 de dezembro de 1984. O evento, realizado no Iate Clube do Rio de Janeiro, foi fantástico, e proporcionou aos presentes a oportunidade de relembrar histórias (verdades e “quase” -verdades) que marcaram os cinco anos de Escola Naval (EN) e Viagem de Instrução. Optei por narrar o “causo” sem citar nomes para evitar possíveis constrangimentos e, principalmente, para não ser acusado de bullying – por falar nisso, vocês se lembram de como éramos preocupados com isso em nossa época de EN? Como a gurizada diz hoje em dia: kkkkkkkkkkkkk!

             Mas, vamos ao que interessa. Veleiro Cisne Branco atracado ao píer da Escola Naval no cerimonial de despedida para o início da Viagem de Instrução de 1985. No cais (ponte dos escaleres), em Terra, as maiores autoridades navais, militares, civis, políticas, artísticas e eclesiásticas que se possa imaginar. No convés do Cisne Branco, toda a tripulação – comandante e seus oficiais, guardas-marinha (GMs) e praças – em branco impecável e posição de sentido, atenta aos toques e ao regramento da cerimônia.

  Após a realização de todas as honras e preceitos constituintes do cerimonial de despedida, o barco, lentamente, começa a se afastar do cais enquanto a Banda Marcial do Corpo de Fuzileiros Navais executa alguns dos maiores hits navais, entre eles os dobrados “Cisne Branco” e “Adeus, Escola”.

  À medida que o veleiro se afasta e as melodias da banda inundam os corações, todos vão sendo contagiados pelos sentimentos, e se estabelece um silêncio absoluto resultante da emoção e da saudade que já se instalara pela previsão do longo período de distanciamento dos familiares, amigos, namoradas e outros quetais.

             De repente, não mais que de repente, uma voz feminina e estridente interrompe os afinadíssimos compassos da banda de fuzileiros navais:

“Meu filho, você esqueceu as suas meias de lã!”

             O esquecido filho, um garboso jovem oficial, estava postado imóvel no convés do barco e, além de reconhecer a voz de sua progenitora, viu o chapéu rosa, estilo Rainha Elizabeth, com quase 1,5 metros de diâmetro, se aproximar com fúria do cais entre tapas e safanões. E ele me contou que a mamãe não se deu por satisfeita, e continuou proferindo afirmações de extrema preocupação:

“Filhinho, vai fazer frio! Você precisa manter os seus pezinhos aquecidos!”

             O hoje Capitão-de-Mar-e-Guerra da reserva – que calça 48 bico largo – me contou que sua aflita genetriz, que havia chegado atrasada para a despedida, conseguiu vencer todos os obstáculos e estacionar na beira do píer ao lado dos almirantes. A essas alturas, o meu amigo encontrava-se em estado de profundo desespero, procurando a 9 mm para descarregar no mesencéfalo da matriarca. Entre os oficiais generais em forma no embarcadouro, estava o comandante da Escola, um verdadeiro lorde inglês. Com um tom de voz “convincente”, e ao mesmo tempo “delicado”, o almirante abordou a protetora do meu (nosso) amigo:

“Senhora, por favor, dê-me estas meias!”

             A senhora analisou-o de cima a baixo e, demonstrando certa confiança, mas, ao mesmo tempo, manifestando desmedida angústia com o olhar inquisidor a indagar “Quem você pensa que é?”, entregou a “bolinha” de meia. O nobilíssimo almirante, do alto de sua autoridade e do seu imenso poder conciliatório, gritou para o guarda-marinha que, a essa altura, já estava a umas 30 jardas do cais:

“GM, para pegar as meias, tempo: 1!”

             Em resposta ao comando da autoridade, o quati-rabudérrimo, mantendo a posição de sentido, ergueu o braço. O almirante retornou:

“GM, para pegar as meias, tempo: 2!”

             Com um arremesso digno dos melhores jogadores de baseball do mundo, o excelentíssimo chefe colocou a “bolinha” na mão do filhote da senhora inglesa.

             O meu querido amigo contou-me que não sabe a repercussão do ocorrido entre os personagens que estavam no cais. No entanto, a bordo, sua vida, no começo da viagem, tornou-se um verdadeiro inferno. Lembram que lá no primeiro parágrafo eu falei que, nessa época, não havia bullying? Mais uma vez, copiando a rapaziada moderna: hahahahahahahaha!

             Mas, vocês sabem que o bom Deus protege os loucos, os bêbados, as crianças e os inocentes. Após a cerimônia de desatracação, o meu grande amigo foi se esconder na proa entre o velame e as amarras. Ele me disse que levou pra lá um pacote de cream-crackers e uma jacubeira com água para garantir a sua sobrevivência distante da praça d’armas, da mesa do rancho e dos companheiros. Permaneceu “entocado” até a tripulação receber, pelo rádio, a notícia que impactou o ano de 1985:

“TANCREDO NEVES MORREU!”

             A partir daí a bola de meia foi deixada de lado e a tripulação do Cisne Branco praticamente esqueceu o episódio aqui narrado. A preocupação passou a ser outra:

“Desliga o rádio que vão mandar a gente voltar!”

             Mas, isso é conversa para outro encontro.

  Fiquem sabendo apenas que, mais uma vez, com a intervenção do bom Deus, a embarcação não precisou retornar, e a Viagem de Instrução de Guardas-Marinha do veleiro prosseguiu até o fim da derrota prevista.

  Desculpem-me a pretensão de querer narrar um fato que eu não presenciei – na ocasião, eu estava a bordo do Navio-Escola Custódio de Mello. Resolvi fazê-lo porque achei que seria difícil, e gosto de desafios – vocês me conhecem. Além disso, considerei importante o registro de um “causo” pitoresco da vida dos marinheiros que, certamente, jamais preencherá as páginas dos livros de história naval.

Agradeço a paciência e a atenção!

Que o bom e eterno Deus continue nos abençoando e protegendo nas revoltas águas da vida!

Abraço pra quem for de abraços, e beijos pra quem for de beijo!

CC Ref Juarez Arigony de Castro Lucas

Observação: as fotos aqui utilizadas foram retiradas da Internet, e apenas ilustram o “causo” narrado.

“POA DAY RUN/ DELL FAMILY DAY”

Parque Marinha do Brasil – Porto Alegre/ RS

18 de novembro de 2018

Meus Days e Minhas Dells,

             Desta vez, vou tentar narrar dois eventos em um único post. É que, no último final de semana, ocorreram duas festividades em que estive envolvido: a “POA Day Run”, e o “Dell Family Day” – ambos realizados no Parque Marinha do Brasil.

             Então,vou pela ordem. A largada da corrida foi às oito horas da manhã, mas, muito antes disso, nós – eu e o Dani – já estávamos sob aquele céu nublado com a barraca pra lá de armada.

Então, a gurizada começou a chegar e a procurar as sacolas com os kits.

Apesar das poças causadas pela chuva da noite anterior, e do céu demonstrando a iminência de que o processo se repetiria, graças a Deus, isso não aconteceu.  

Quero aproveitar para mostrar a vocês dois momentos que, na minha opinião, marcaram o evento realizado na Beira-Rio. Em primeiro lugar, quando vierem me falar em alongamento e flexibilidade, lembrem-se da Mari aí em baixo – o resto é “papo furado”.

E, em segundo lugar, e talvez ainda mais importante que todas as formas de condicionamento físico, fico extremamente feliz em participar e mostrar a união de uma família em torno de uma atividade tão bacana como as corridas de rua. Ção, Pedroca e Renata, parabéns! (Esta é a foto do post).

Abaixo, a foto da Equipe Daniel Rech (EDR) minutos antes da largada.

Sei, por experiência própria, que, ao longo das provas de rua, muitas vezes, vemos coisas inusitadas, esquisitas, diferentes, pequenas, grandes… muito grandes… Acho que foi o que aconteceu com a Ana Rita. Não sei o que ela viu, mas sei que “Ai, como era grande!”

Abaixo, mostro um pequeno vídeo com a largada e a chegada de alguns dos amigos que concluíram a prova.

             O “Dell Family Day” foi, realmente, uma festa!

             Por volta das dez horas da manhã, o céu continuava enferruscado, mas não o suficiente para desanimar a gurizada da Dell que começava a chegar para o folguedo.

As charmosas atrizes da Dell marcaram presença na moldura de um dourado 2018!

E todas as crianças presentes receberam medalhas pela participação! Show!

Abaixo, a foto tradicional da galera reunida.

E a Professora Karina entusiasmou a todos com sua animadíssima coreografia de zumba!

Podemos ver isso melhor no vídeo abaixo.

Estamos chegando na época das festas de final de ano. Eu já tenho, até agora, umas cinco agendadas. Tentarei participar de todas, e as que tiverem alguma relação com esporte ou atividade física, tentarei mostrar aqui. As que forem só pra tomar canha e comer picanha, eu acho que vou esquecer! E se eu lembrar, garanto que esqueço!

Enquanto isso, peço ao bom Deus que nos dê um maravilhoso final de ano. Que possamos celebrar as bênçãos e vitórias junto aos nossos familiares e amigos. Que possamos ter inúmeras alegrias revivendo o que merece ser lembrado; que possamos ter mais alegrias ainda esquecendo o que não merece ser revivido.

Abraços para quem for de abraço, e beijos para quem for de beijo!

Juarez Arigony

Treino para Travessias em Belém Novo

02 de novembro de 2018

Minhas Guabirobas e Meus Arroios,

             Hoje de manhã, por volta das nove horas, sob uma temperatura agradabilíssima de 20°C, e um fantástico dia de sol, realizou-se o treino do grupo “Agenda Treinos e Provas” nas tépidas águas do Lago Guaíba.

             Nos encontramos em frente à sede da Quintino Bocaiúva do Grêmio Náutico União (GNU). Abaixo, pode-se ver o Edilson Bento (LPSA SOLO #17), chefe do grupo, realizando a verificação de presença. A propósito, LPSA SOLO #17 é a numeração exclusiva e vitalícia recebida pelo atleta por ter sido o 17º nadador a realizar a Travessia do Leme ao Pontal (36 km). O homem nadou tanto que, ainda hoje, quando ele fica parado, faz poça em baixo!

             O treino foi muito bem organizado. O Bento levou um caiaque para acompanhar e proporcionar maior segurança para os iniciantes.

             Como já disse, o dia estava muito bonito! A vista do Lago Guaíba foi um espetáculo à parte!

             Bem, eu sou de um tempo em que nadar de roupa de borracha já seria o máximo da tecnologia! Imaginem a minha surpresa quando vi todo mundo usando estas boias laranjas de segurança! E, acreditem, dá pra levar comida e suplementos dentro das boias! Caíram-me todos os butiás do bolso!

             Lá vai o Bento colocar o caiaque na água para acompanhar a gurizada!

             Tive ainda a felicidade de encontrar o mestre Marcelinho que estava levando a sua equipe!

             Deixo aqui um forte abraço ao Professor Lara, a minha direita na foto abaixo, e agradeço ao meu “iron amigo” pela parceria ao longo de todo o treino. Agradeço também ao Francismar Siviero pela gentileza da foto!

             E vamos pra água aproveitar o sol e este dia maravilhoso!

             O treino foi uma grande brincadeira, uma baita diversão! Parávamos nas boias para conversar e rever os amigos num clima de total descontração e cordialidade. Entrou para o hall das melhores lembranças.

             Com a proximidade do verão, podemos esperar que, muito brevemente, acontecerão mais treinos iguais a esse. Sempre que puder, estarei presente, aguardando ansioso a oportunidade de rever e nadar com os parceiros.

             Que o grande Deus e Senhor do Universo continue nos dando dias maravilhosos como o de hoje, e que nos faça atravessar mares, rios e lagos sempre com paz e tranquilidade.

“Brasil acima de tudo! Deus acima de todos!”

Abraços pra quem for de abraço e beijos pra quem for de beijo!

Juarez Arigony

Treino da Equipe Daniel Rech (EDR) – Beira-Rio – 29 de setembro de 2018

Minhas Floras e Meus Faunos,

Este post é para registrar o fantástico treino desta manhã de sábado que, para mim, marcou o início da primavera no paralelo trinta e imediações. Classifico o treino de excepcional pelas diversas conjunturas que se somaram para o brilho do acontecimento. Para não me alongar, vou citar apenas duas.

Em primeiro lugar, um dia de sol incrível! As nove horas da manhã, a temperatura local à sombra beirava os 23°C – extremamente agradável! Alguns atletas se queixaram de que, correndo, o calor estava forte e dificultava a realização das três fases do treino. Sei não – sob a proteção da aroeira, eu me senti muito bem – hehehehehehe!

Em segundo lugar, foi uma oportunidade sensacional de rever a gurizada que faz da EDR uma equipe diferente das demais. Neste momento, parece que escuto alguns me perguntando que diferenças são essas. E, para replicar de forma muito simples, basta que eu use a minha máxima alegria e o meu melhor sorriso. E, as duas coisas, em uma radiante manhã de sábado, são o reflexo do que se vê nos rostos desta turma que está aí nas fotos abaixo.

Da esquerda para a direita: Jaques, Bruna, Carol, Aline, Dalila, Bina, Roslank, Claiton e Diego.

Da esquerda para a direita novamente: Diego, Bina, Carol, Bruna, Tati, Fabrício, Dalila e Mário. Aliás, apenas a Tati, o Fabrício e o Mário não estão na primeira foto. Fiz questão de colocar a segunda, com a cangibrínica presença, devido ao nosso vínculo esportivo-educacional-sócio-afetivo-amoroso-sentimental.

Além dos atletas das fotos, também estiveram presentes a Cláudia, a Danuse, a Fernanda Fehse, a Greice, a Lu, a Manair, o Mauro, a Neusinha, o Papito, a Paula e a Siomara. O problema foi que estes últimos passaram tão rápido que eu não consegui fotografá-los.

Mudando de assunto e continuando no mesmo, o final do ano está chegando, e é tempo de se vislumbrar novos horizontes e novos objetivos nas pistas, nas ruas e nas trilhas. Neste pequeno contato que tive hoje com a equipe, fiquei sabendo de várias provas e desafios que já estão traçados. Sendo assim, desejo muito sucesso a todos, e me coloco à disposição para as comemorações tanto das vitórias quanto dos fracassos (de novo: hehehehehehe!).

Para finalizar, quero agradecer ao Professor Daniel Rech pela confiança e pela oportunidade que me concedeu de auxiliar, ainda que de forma limitada, o treinamento de sua (nossa, se me permitem) equipe. E quero agradecer também a todos os atletas que participaram do treino e que fizeram deste sábado mais um dia inesquecível.

Que o bom e maravilhoso Senhor do Universo continue nos enchendo de determinação – não espere o que você espera – lute! – e muita paciência – a necessária para assistir corrida de lesma!

Abraços para quem for de abraço e beijos para quem for de beijo,

Juarez Arigony

CIRCUITO VIVA RS DE TRAVESSIAS – 1ª Etapa – Arambaré/ RS – 16 de Setembro de 2018

Minhas Inúbias e Meus Membitararás,

Ontem de manhã, teve início o circuito de travessias mais charmoso da região sul do Brasil (título deste post). Arambaré, que em tupi-guarani é o “sacerdote que espalha luz”, recebeu os nadadores à sombra de suas fantásticas figueiras, e proporcionou momentos de alegria e confraternização aos amantes das atividades aquáticas junto à natureza.

Na chegada, no check-in, tive o prazer de rever a Professora Vivian Telles, uma das organizadoras do evento e parceira de longa data – foi minha monitora na cadeira de Aprendizagem Motora na Escola de Educação Física, Fisioterapia e Dança da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (ESEFID/ UFRGS), e, posteriormente, colega de trabalho dando aulas de natação.

Ao lado da antiga boia sinalizadora, foi montada a barraca da equipe do Grêmio Náutico União (GNU), equipe que voltei a defender nesta temporada.

Abaixo, pode-se observar a intensidade do vento (em torno de 40 Km/h) pelo balanço dos ramos das paineiras.

Aqui em baixo, eu com a “diretoria”: Mauro Quadros, Gustavo Torres, e Professor Ivan Macedo.

Da barraca da equipe até a areia da praia, via-se o aspecto taciturno do dia: nublado e extremamente ventoso – mas não estava muito frio.

Enquanto eu pensava nas dificuldades que enfrentaria nadando, o anafado amigo de bermuda branca tentava alçar voo – é mole? Cada um com os seus objetivos!

Um pouco antes da largada, recebi o afetuoso abraço do amigo e treinador Maurício Nascimento. Maurição, muito obrigado pela força e pelas orientações diárias nas piscinas do GNU.

Abaixo, com a “salsicha amarela” ao fundo (pórtico de chegada), exibo o penteado de guerra araxá. A propósito, araxá é “pato” em tupi-guarani. Assim eram conhecidos os índios da região devido a terem mãos e pés grandes.

Mas vamos colocar a touca e aquecer um pouco – gosto de entrar na água um pouco antes da largada para acostumar com a temperatura (em torno de 19°C).

E na beira da praia a gente sempre encontra a bagaceirada amiga! Aliás, vou dizer uma coisa pra vocês: tirando o pessoal da Raiacenter que está na foto abaixo (Juarez, Lívia, Cláudio e Professor Fernando) o resto era tudo bagaceira!

Depois do rápido aquecimento, ainda fui tomar uma aguinha na barraca.

E vamos nessa que o Professor Vítor Saraiva está louco pra tocar a inúbia!

Estou fazendo um curso intensivo de “adivinhão”. Já utilizando os conhecimentos adquiridos, aproveitei, ainda antes da largada, para cumprimentar o vencedor da prova – Matheus Evangelista. Depois a gente confere.

O Professor Vítor Saraiva explicou que a prova, pelas péssimas condições climáticas reinantes, teve seus percursos diminuídos para segurança de todos. A maior distância passou a ser a de três voltas no circuito de 850 metros (2550 m).

É impressionante como os animais se entendem! Fiz esta nova amizade segundos antes da partida.

E lá vamos nós!

O banho pós-evento foi um espetáculo! Observem o vento nas paineiras e imaginem que a temperatura da água era a ambiente! Ainda assim, nas travessias tudo é festa, e aqueles que participam confraternizam até no chuveiro!

Já de banho tomado, é importante manter o cabelo araxá seco!

E, mais uma vez ao lado da boia sinalizadora, a equipe do GNU tira a foto da missão cumprida.

Abaixo, um pequeno vídeo com alguns momentos do evento.

Ah! Quase esqueci! Lembram da profecia que fiz a respeito de quem seria o vencedor da prova? Aí está ele no pódio com a garrafa de Champagne! Hehehehehehehehe! Parabéns, Matheusinho!

Gente, vou ficando por aqui! Quero apenas aproveitar para deixar com vocês um pensamento que resume tudo o que a natação oferece. “Natação é como sexo: quando é bom, é maravilhoso; e quando é ruim, ainda é muito bom”!

Vejo-os em Itapuã/ RS no próximo dia 2 de dezembro para a 2ª Etapa do Circuito.

Que o maravilhoso Senhor, criador dos oceanos, rios e lagos, continue nos abençoando, protegendo e conduzindo a praias quentes e tranquilas.

Abraços pra quem for de abraços, e beijos pra quem for de beijo!

Juarez Arigony

AUDAX TRAIL TOUR – NOVA PETRÓPOLIS/ RS – 18 de Agosto de 2018

Minhas Rambos e Meus Jefersons,

Sábado de manhã, tive a alegria de me lançar em mais uma das trilhas do circuito Audax. A prova de Nova Petrópolis foi a penúltima etapa deste fantástico circuito – oportunidade ímpar de se conhecer as belezas do “jardim da serra gaúcha”. Aproveito para parabenizar todo o time Audax pelo indefectível evento, e, desde já, reservar a minha vaga para a derradeira prova de Riozinho/ RS (10 de novembro próximo).

Como sempre, cheguei cedo ao Pavilhão da Comunidade da Linha São Jacó (ponto de concentração e local da largada) localizado no alto de um morro a cerca de seis quilômetros do centro da cidade.

Não fazia muito frio, mas tinha um ventinho gelado que provocava alguma dificuldade para se tirar os casacos e vestir bermudas e camisetas.

Acho que ainda não comentei isso, mas a corrida em trilhas provoca alguns acidentes desagradáveis. Sei que vocês não vão acreditar, mas quebrei uma unha (da mão direita) no momento de colocar o chip no tênis.

Um tanto aborrecido pelo acidente ungueal ocorrido, fui passear e apreciar a belíssima paisagem oferecida pela serra.

O acesso ao local da prova poderia ser feito tanto por Nova Petrópolis quanto por Picada Café. Os dois caminhos convergem no alto do morro.

Abaixo, uma visão externa do referido pavilhão. Observem o cartaz indicando a data e o local da última das cinco etapas do circuito que mencionei no primeiro parágrafo deste texto.

Depois de caminhar bastante pelo local, não consegui, de forma alguma, amenizar o infortúnio sofrido na pata. Mas todos os atletas experientes sabem que dois itens não podem faltar na mochila de um corredor: vaselina e lixa de unha. A lixa vocês já estão vendo a utilidade; a vaselina eu explico em outra oportunidade.

E vamos nos aproximando do pórtico de largada pois está chegando a hora da verdade.

Antes da largada, encontrei os meus amigos Daltro Kruger Junior e Camila Backes. A Camila venceu a prova na sua categoria, e o Daltro obteve uma honrosa sexta colocação.

A Audax, alguns minutos antes da largada, promove, através da Avante Assessoria Esportiva um aquecimento extremamente funcional objetivando a prova.

Aí, ao meu lado, estão os professores da Avante: Guilherme Silva (camisa cinza) e Diego Teófilo (camisa azul).

E o grande professor Eduardo Marques, organizador do evento – depois do choque que levou com o microfone!

Ainda antes da largada, confraternizando e pegando as dicas com o meu amigo Carlos Severo – vencedor da minha categoria.

E, antes de correr, um pouco de meditação num local bonito e tranquilo é sempre bom! Eu disse: ME-DI-TA-ÇÃO!

Agora, vejam o vídeo com os principais momentos da prova.

 São grandes as alegrias proporcionadas pela conclusão de uma trilha difícil. As duas maiores são: as bananas da mesa de frutas,

e a medalha de finisher!

Desta vez, a Audax pensou em tudo! Visando à rápida recuperação pós-prova dos atletas, eles colocaram a linha de chegada ao lado do “Spa do Repouso Eterno”!

Agradeço ao bom e eterno Pai pela oportunidade e pelo cuidado dentro da mata no alucinante sobe e desce dos morros. E, aproveito para pedir que Ele continue nos guardando de todos os perigos das trilhas da vida.

Espero encontrá-los em Little River!

Abraços para quem for de abraço, e beijos para quem for de beijo!

Juarez Arigony