CIRCUITO VIVA RS DE TRAVESSIAS – 1ª Etapa – Arambaré/ RS – 16 de Setembro de 2018

Minhas Inúbias e Meus Membitararás,

Ontem de manhã, teve início o circuito de travessias mais charmoso da região sul do Brasil (título deste post). Arambaré, que em tupi-guarani é o “sacerdote que espalha luz”, recebeu os nadadores à sombra de suas fantásticas figueiras, e proporcionou momentos de alegria e confraternização aos amantes das atividades aquáticas junto à natureza.

Na chegada, no check-in, tive o prazer de rever a Professora Vivian Telles, uma das organizadoras do evento e parceira de longa data – foi minha monitora na cadeira de Aprendizagem Motora na Escola de Educação Física, Fisioterapia e Dança da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (ESEFID/ UFRGS), e, posteriormente, colega de trabalho dando aulas de natação.

Ao lado da antiga boia sinalizadora, foi montada a barraca da equipe do Grêmio Náutico União (GNU), equipe que voltei a defender nesta temporada.

Abaixo, pode-se observar a intensidade do vento (em torno de 40 Km/h) pelo balanço dos ramos das paineiras.

Aqui em baixo, eu com a “diretoria”: Mauro Quadros, Gustavo Torres, e Professor Ivan Macedo.

Da barraca da equipe até a areia da praia, via-se o aspecto taciturno do dia: nublado e extremamente ventoso – mas não estava muito frio.

Enquanto eu pensava nas dificuldades que enfrentaria nadando, o anafado amigo de bermuda branca tentava alçar voo – é mole? Cada um com os seus objetivos!

Um pouco antes da largada, recebi o afetuoso abraço do amigo e treinador Maurício Nascimento. Maurição, muito obrigado pela força e pelas orientações diárias nas piscinas do GNU.

Abaixo, com a “salsicha amarela” ao fundo (pórtico de chegada), exibo o penteado de guerra araxá. A propósito, araxá é “pato” em tupi-guarani. Assim eram conhecidos os índios da região devido a terem mãos e pés grandes.

Mas vamos colocar a touca e aquecer um pouco – gosto de entrar na água um pouco antes da largada para acostumar com a temperatura (em torno de 19°C).

E na beira da praia a gente sempre encontra a bagaceirada amiga! Aliás, vou dizer uma coisa pra vocês: tirando o pessoal da Raiacenter que está na foto abaixo (Juarez, Lívia, Cláudio e Professor Fernando) o resto era tudo bagaceira!

Depois do rápido aquecimento, ainda fui tomar uma aguinha na barraca.

E vamos nessa que o Professor Vítor Saraiva está louco pra tocar a inúbia!

Estou fazendo um curso intensivo de “adivinhão”. Já utilizando os conhecimentos adquiridos, aproveitei, ainda antes da largada, para cumprimentar o vencedor da prova – Matheus Evangelista. Depois a gente confere.

O Professor Vítor Saraiva explicou que a prova, pelas péssimas condições climáticas reinantes, teve seus percursos diminuídos para segurança de todos. A maior distância passou a ser a de três voltas no circuito de 850 metros (2550 m).

É impressionante como os animais se entendem! Fiz esta nova amizade segundos antes da partida.

E lá vamos nós!

O banho pós-evento foi um espetáculo! Observem o vento nas paineiras e imaginem que a temperatura da água era a ambiente! Ainda assim, nas travessias tudo é festa, e aqueles que participam confraternizam até no chuveiro!

Já de banho tomado, é importante manter o cabelo araxá seco!

E, mais uma vez ao lado da boia sinalizadora, a equipe do GNU tira a foto da missão cumprida.

Abaixo, um pequeno vídeo com alguns momentos do evento.

Ah! Quase esqueci! Lembram da profecia que fiz a respeito de quem seria o vencedor da prova? Aí está ele no pódio com a garrafa de Champagne! Hehehehehehehehe! Parabéns, Matheusinho!

Gente, vou ficando por aqui! Quero apenas aproveitar para deixar com vocês um pensamento que resume tudo o que a natação oferece. “Natação é como sexo: quando é bom, é maravilhoso; e quando é ruim, ainda é muito bom”!

Vejo-os em Itapuã/ RS no próximo dia 2 de dezembro para a 2ª Etapa do Circuito.

Que o maravilhoso Senhor, criador dos oceanos, rios e lagos, continue nos abençoando, protegendo e conduzindo a praias quentes e tranquilas.

Abraços pra quem for de abraços, e beijos pra quem for de beijo!

Juarez Arigony

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Audax Trail Tour – São Francisco de Paula/ RS – 07 Julho 2018

Audax Trail Tour – São Francisco de Paula/ RS – 07 Julho 2018

Minhas Kompany e Meus Courtois,

             Ontem, tive a oportunidade de participar de mais uma das provas organizadas pela Audax Eventos Esportivos, que, como sempre, foi um grande sucesso. A Audax foi muito feliz na escolha das localidades do seu circuito “trail”. São Francisco de Paula, município mais chuvoso do Rio Grande do Sul e maior produtor de batatas do Brasil, é belíssimo, e conta com hotéis e pousadas extremamente confortáveis.

Gostei demais de encontrar, lá, atletas que, como eu, também curtem correr na lama e no meio do mato.

Mas, não é possível reclamar das condições climáticas reinantes durante a prova. A temperatura, em torno dos 20° C, estava agradabilíssima, e o dia ensolarado com céu de brigadeiro.

Nos dois gazebos montados entre o Hotel Cavalinho Branco e o Lago São Bernardo, podia-se encontrar uma grande variedade de artigos esportivos especialmente voltados para as corridas em trilhas.

Também havia no local um rapaz vendendo uma maravilhosa pasta de amendoim. Ele deixava o cliente provar a iguaria, e ainda mostrava os efeitos do produto no corpo dos usuários.

E por falar em provar iguarias, maravilhoso foi o café que nos foi oferecido pela Michele (Chef do Hotel Cavalinho Branco) por ocasião da nossa chegada. Saí de Porto Alegre de madrugada, e cheguei lá vesgo de fome! O café caiu muito bem: feito Minâncora em espinha!

Depois do café, muito exibido, sentei no poço pra arejar o joanete e colocar o “chip” no tênis.

Senti falta da companhia da minha equipe. Sendo assim, mais metido do que piolho em costura, fiz amizades e fui me meter nas equipes dos outros! Na foto a seguir, tive grande prazer em formar com o pessoal da Equipe Meta!

O gramado em frente ao Cavalinho Branco estava tomado pelas equipes e pelo pessoal de apoio.

Um pouco antes da largada, todo mundo se reuniu para um breve aquecimento funcional puxado pelos professores da Avante (Assessoria Esportiva de Porto Alegre).

Tive alguma dificuldade pra me entrosar com o início do aquecimento. Ainda estava meio traumatizado pelo sonho que tive à noite: o Lukaku estava querendo me pegar – só podia ser pra perguntar o endereço do site!

Enquanto todos olhavam para o Norte, eu, aparvalhado, mirava o sul!

Aí eu fui melhorando…

… consegui entrar na posição de hacer caca en el bosque,

E acabei me agigantando!

E vamos correr que foi pra isso que viemos aqui!

Depois de correr e pegar a medalha de participação,

fui comprar uns quedes limpos e novos. Eu fui mal na corrida por causa dos tênis (e do sonho)!

Antes de voltar a Porto Alegre, como sou um “corredor raiz”, tive que prestar minha singela homenagem àqueles que, no passado, moldaram e construíram as nossas raízes: tropeiros,

e carreteiros que desbravaram os campos de cima da serra.

A próxima etapa da Audax Trail Tour será no dia 18 de agosto em Nova Petrópolis/ RS, e já fiz a minha inscrição, pois tenho certeza da beleza do percurso e da qualidade do evento.

Que o bom e maravilhoso Deus, criador do Universo, continue nos abençoando e protegendo de todos os Hazards da vida!

Abraços pra quem for de abraço e beijos pra quem for de beijo!

Juarez Arigony

Audax Trail Tour – São José do Hortêncio/ RS – 31 de março de 2018

Minhas Mandiocas e Meus Aipins,

Hoje de manhã, a viagem até o Vale do Caí, apesar dos resquícios de uma forte gripe e do trânsito um pouco pesado, foi muito tranquila e, na chegada, senti-me privilegiado por poder desfrutar da bela paisagem oferecida da Ponte Engenheiro Daniel Ribeiro sobre o Rio Cadeia – divisa dos municípios de Presidente Lucena e São José do Hortêncio.

Como acredito que todos saibam, São José do Hortêncio é a capital nacional da manihot esculenta. Por isso, na entrada da cidade, não resisti à curiosidade, e fui me embrenhar entre os pés de inhame.

Esqueci-me de comentar, e o faço agora: às 11 horas da manhã deste sábado, na cidade mencionada no título e no parágrafo anterior, teve início o circuito de trilhas promovido pela Audax Eventos Esportivos. Apesar de não estar inscrito na primeira prova da temporada, resolvi correr na categoria “pipoca”. Ainda tentei me alistar alguns minutos antes da largada, mas não foi possível – os eventos da Audax, pela qualidade de que são cobertos, estão cada vez mais disputados, e, conforme vocês poderão observar nas fotos a seguir, os guris (Edu, Rossato e companhia), mais uma vez, obtiveram o merecido sucesso. Já aproveito para deixar aqui os meus parabéns a toda a Equipe Audax, e para desejar que eles continuem montando provas cada vez mais instigantes e desafiadoras.

Devo dizer que, para não deixar que a gripe me prejudicasse, tomei um chá, recomendado por um amigo, de feijão africano misturado com artemísia. Abaixo, uma meia hora antes da largada, com meu amigo Edu Marques – “culpado” (organizador) pelo evento.

Logo após cumprimentar o parça, fui dar uma volta pelo local do evento, que estava tomado pelas diversas equipes e assessorias oriundas de diferentes regiões do Rio Grande do Sul. Encontrei este stand de óculos esportivos e gostei de vários. Os caras têm loja em Porto Alegre, e, se alguém tiver interesse, é só me pedir que eu divulgo o endereço em particular.

Como comecei a me sentir bem, aproveitei também para tirar fotos com novos amigos,

e com amigos novos!

Aí veio a hora do aquecimento, que foi promovido pela Avante Life Style. O professor Guilherme Silva (à frente, de camisa azul e com o microfone) utiliza o sistema de treinamento Flowfit, que, através de padrões de movimentos funcionais, permite que o corpo do atleta trabalhe de forma integrada. E lá fui eu, cheio de empolgação, fazer Flowfit!

Dei tiros nos inimigos utilizando o corpo todo!

Abusei da circundução dos quadris (o chá estava fazendo efeito)!

E, depois, pedi perdão por escrever tanta bobagem!

Para finalizar, o professor Guilherme nos ensinou a fazer o “raio” com a mãozinha no queixo – movimento funcional e meigo… muito meigo!

Para quem não conhece o local da prova, aí está uma vista do ponto de partida. Após esta linda relva que forra o início da primeira subida, começa um sobe e desce sem fim pelas montanhas de barro, poças de água e lama.

E vamos para a largada!

Eu estava cada vez mais animado!

Abaixo mostro o vídeo da largada e da minha chegada após os 12 Km. A prova foi muito difícil devido à chuva fina no início, e ao terreno extremamente escorregadio. Some-se a isso a minha estupidez de não usar um tênis apropriado para trilhas.

Cheguei imundo e louco de sede!

Corri com um tênis fino e sem travas, e tomei vários tombos ao longo do percurso – por sorte, não me machuquei! Acho que o chá também ajudou, mas eu vi algumas coisas meio estranhas no meio do mato! A primeira foi o tubarão-cavalo da foto abaixo!

E, parece que ele tinha atacado aquele cidadão conhecido como the nigga dick! Eu passei pelo acessório…

Mas, vamos deixar assim! A Audax Trail Tour ainda terá mais quatro etapas: Santa Maria do Herval (12/ 05), São Francisco de Paula (07/ 07), Nova Petrópolis (29/ 09), e Picada Café (10/ 11). Se Deus permitir, estarei em todas!

E por falar no bom e maravilhoso Criador, desejo que ele continue nos abençoando e protegendo dos terrenos escorregadios que nos jogam no chão!

Abraços para quem for de abraço, e beijos para quem for de beijo!

Juarez Arigony

Treino da Equipe Daniel Rech (EDR) – Parque Marinha do Brasil – 17 de março de 2018

Meus Kettles e Minhas Bells,

Hoje, tive a honra de substituir o Professor Daniel Rech, que foi a Nova York correr a meia, no treino da equipe no local referenciado no título. Embora o quórum tenha sido baixo, a presença daqueles que compareceram – só o escol – me proporcionou a possibilidade de ajudá-los de forma modesta e, por isso, uma grande alegria.

Eu já disse anteriormente, – aqueles que leem meus posts já sabem –: “antes da hora é a hora; em cima da hora é atraso; e depois da hora é contravenção disciplinar”. Por isso, como o Professor Daniel havia marcado o treino para às oito horas, cheguei com uma certa antecedência (às sete) para poder preparar o ambiente.

O dia estava maravilhoso! Fazia um sol que tornou o último sábado do verão de 2018 digno de grandes recordações e saudades. Eu estava sentado, apreciando o descortinar do dia ao levante do Lago Guaíba quando os atletas da EDR começaram a chegar – as primeiras foram a Tati e a Laura.

Pouco depois, chegou a Ana Rita.

Enquanto aguardávamos a chegada dos colegas, observei a movimentação de dois rapazes que traziam alguns kettlebells e se posicionaram ao lado do busto do Marquês de Tamandaré.

Durante um bom tempo, eu fiquei observando os caras, e considerei que o treinamento era bastante difícil, envolvendo muita força e resistência muscular. O de camisa preta é o Professor Sandi Martin e o de camisa branca é o Professor Guto Rigo.

E a gurizada da equipe foi chegando! Aí em baixo está o último grupo que saiu para correr: o Coronel com o Alessandro; e a Ana Rita, a Silvana e a Chris. Aliás, o treino dessas três foi interessantíssimo: uma hora dividida da seguinte maneira – 59 minutos caminhando e 1 minuto correndo! Mas pense numa corrida de 1 minuto – chegaram babando!

Mas eu estava realmente impressionado com o treinamento dos rapazes! Debaixo de um solaço de uns 30°C eles continuavam levantando as gyrias (kettlebells em russo) e fazendo cada vez mais força! Abaixo, o Professor Guto Rigo realizando o jerk.

Quem me conhece sabe que eu não posso ver homem bonito! Foi numa das pausas que eu não me sofri e fui até lá conversar com eles!

Os dois professores foram extremamente atenciosos comigo, e me deram uma série de explicações que eu compartilho com vocês aí em baixo.

Depois deste papo bacana, o pessoal que tinha saído para correr começou a chegar. Enquanto a Ana Rita, a Chris e a Silvana brindavam com uma água Perrier estupidamente gelada, a Tati e a Laura usufruíam do alongamento ministrado pela Professora Laura.

Pera aí! Deixa eu mostrar melhor o alongamento! Também quero aproveitar para pedir à Prefeitura da cidade de Porto Alegre que providencie o corte da grama do parque. O mato está tão alto que a Professora Laura não teve como utilizar os colchonetes para realizar o seu trabalho. O que solicito não visa apenas o interesse dos atletas que utilizam o parque para treinar, mas, sim, o interesse de todos os que desejam uma cidade limpa e em melhores condições de higiene.

Terminamos o treino com um alegre e carinhoso abraço! E eu termino o post com um versinho que elaborei ao escolher as fotos para colocar neste texto – coisa mais querida!

Meu nome é Juarez, e o treino de hoje não foi meu

Afinal, foi o Professor Daniel que escreveu!

Mas posso dizer que quem foi ficou feliz, curtiu e correu

E quem não foi ficou triste, chorou e se… perdeu!

Que o maravilhoso Deus e Senhor do Universo continue permitindo que ergamos as gyrias da vida com potência cada vez maior!

Abraços para quem for de abraço e beijos para quem for de beijos!

Juarez Arigony

Circuito Mais Travessias 2017 – 1ª Etapa – Arambaré – 24 de setembro

Minhas Barras e Meus Velhacos,

                Quando cheguei à beira da praia de Arambaré, o meu amigo Matheus Evangelista já tinha vencido o desafio de 2.500 metros. Vitória pra lá de merecida para este gentleman, que, como se estivesse conversando com um nadador do seu quilate, me deu todas as dicas sobre o percurso.

Cabe ressaltar aqui que o percurso mencionado estava muito difícil devido à intensidade do vento. A primeira perna era a pior (foto abaixo), pois o Euro forçava o nadador a utilizar braçadas mais altas do que o habitual. Já na segunda parte, era possível, desde que se conseguisse escapar da espuma, pegar uns jacarés. Da segunda para a terceira boia, era o trecho mais tranquilo desde que o nadador se mantivesse fixo no rumo do pórtico de chegada.

Apesar do vento, o dia estava belíssimo e, voltando ao início da brincadeira, mostro abaixo a barraca da organização, e aproveito para parabenizar toda a Equipe Mais Travessias pelo sucesso do evento. A prova deixou gosto de “quero mais”, e uma enorme ansiedade pelas próximas etapas em Itapuã e Cidreira.

Bom mesmo foi encontrar as amigas! Na foto abaixo, as mulheres mais bonitas da costa doce gaúcha!

Mas, também tem os medonhos! Credoemcruis!

Foi então que o meu amigo Rogério me deu todas as dicas que o Matheuzinho esqueceu de me dar!

Então, enquanto o Edu e o Rogério colocavam o papo em dia, eu, despachado pelo pai de santo à esquerda na foto, resolvi dar uma aquecida!

“Vai, mizifio! ”

É sempre um grande prazer confraternizar com o Professor Fernando e a gurizada da Raiacenter!

Só para tranquilizar os amigos que, porventura, estejam preocupados com o esparadrapo no meu braço, comunico-os que se trata, apenas, de uma proteção para o sensor do equipamento que estou utilizando para monitoração da glicemia (Libre).

E vamos à largada!

Ao entrar na água, recebi a benção do querido treinador Maurício Nascimento (Grêmio Náutico União)!

“Quem entendeu o percurso levanta as mãos! ”

E vamos embora!

Resumindo a novela, já mostro, abaixo, a terceira perna – a que chegava no pórtico.

Abaixo, logo após a passagem sob a “salsicha”, mostro ao árbitro que ainda não havia recebido a plaquinha com o número que indicava a minha ordem de chegada.

Já na mesa do lanche, observei alguns atletas trocando frutas. Um segurando a banana do outro…

Eu também comi uma bananinha! Fiquei feliz com a prova que nadei, e com o fato do esparadrapo ter segurado o sensor sem nenhum problema!

Depois, foi muito bacana ver a premiação das gurias da elite e a campeã Betina Lorscheitter estourando o champanhe!

Igualmente bacana foi ver o meu amigo Matheus Evangelista detonando o espumante!

Fiquei emocionado com o pódio ao lado do meu amigo Flávio Nerva (nadador da Raiacenter e vencedor na categoria Dinamarca)!

Ao sair dali, estava louco de fome e os restaurantes locais estavam lotados! A saída foi procurar uma lanchonete mais simples!

Como já disse anteriormente, mal posso esperar pelas próximas etapas. Como o meu amigo Carlos Lara publicou em seu face, que venham Itapuã e Cidreira!

Que o bom e poderoso Deus continue nos guardando dos violentos Camacheiro, Cansim e Cascarrão.

Abraços pra quem for de abraço, e beijos pra quem for de beijo!

Juarez Arigony

Corrida, Triathlon e Powerlifting

Renovos e Raízes,

Ontem, em uma manhã de trégua dos rigores invernais, tive a oportunidade de rever amigos e aumentar um pouco o conhecimento a respeito do treinamento de Triathlon e Powerlifting. Para isso, estive presente em dois eventos: o início do treino de sábado da Equipe Daniel Rech (EDR), e o bate-papo sobre Os Extremos do Desempenho realizado no Estúdio Pretto com a presença dos treinadores Lucas Pretto e Ana Paula Viola, e do Professor Dr. Álvaro Reischak de Oliveira da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

O treinamento da EDR na Beira-Rio foi aquela festa costumeira. Fazia algum tempo que eu não aparecia lá, e fiquei muito feliz de perceber que a equipe se renova a cada sazão. E, em meio ao novedio, também é gratificante perceber que as raízes mais vetustas são preservadas e estimuladas com o característico desvelo do Professor Daniel Rech. Confesso que até, coisa que não acontecia há muito tempo, senti vontade de correr! Talvez, num sábado desses eu apareça por lá de bermudas…

Deixo-os, agora, com o pequeno vídeo que gravei lá na Beira-Rio do início do treino da EDR.

Saí do Parque Marinha e fui direto para o Estúdio Pretto assistir à palestra mencionada no primeiro parágrafo. Eu ainda não conhecia o estabelecimento do meu amigo Lucas Pretto, e fiquei impressionado com a beleza e a organização do ambiente. Se você se interessa por treinamento funcional e suas variações e sutilezas, recomendo uma visita ao local para conhecer um dos mais modernos centros de treinamento da nossa capital.

Inicialmente, os treinadores/atletas Lucas e Ana apresentaram rapidamente um resumo das suas planilhas de treino para o Ironman Brasil 2017 em Florianópolis/SC, e o Mundial de Powerlifting na Bielorrússia respectivamente. Em seguida, os treinadores abriram a palavra aos presentes para que questionassem a eles e ao Professor Álvaro.

Dentro dos vários questionamentos e das informações trazidas pelo Professor Dr. Álvaro, chamou-me a atenção a importância atribuída pelo mestre ao “olho do treinador”. Este “equipamento” permite que o profissional seja capaz de identificar para que modalidades e provas o atleta terá maior chance de um bom rendimento e de sucesso. Pôde-se perceber que se trata de um item fundamental na bagagem dos treinadores.

Em outro momento, o próprio Professor Lucas Pretto perguntou a respeito da longevidade dos atletas de alto nível. A título de exemplo, pode-se observar que os cinco melhores tenistas do mundo atual têm idade superior a 30 anos. Vejam a resposta do Professor Dr. Álvaro Reischak de Oliveira.

A minha surpresa ainda aumentou quando o Professor Álvaro mencionou que pesquisas recentes têm apontado para a diminuição do volume e do tempo de treinamento. O que se busca conhecer hoje é o quão mínimo pode ser um treinamento eficiente (fazer certo o treino) e eficaz (fazer o treino certo) – este treinamento, por ser mais curto, provocaria menos lesões e, consequentemente, um aumento da vida útil do atleta.

Extremamente satisfeito com o que presenciei ontem, deixo-os agora com os votos de que continuem treinando e dedicando-se da melhor maneira possível. Quer correndo, quer fazendo triathlon, quer levantando pesos, sejam muito felizes! Que o bom e poderoso criador do universo faça com que “renovemos as nossas forças, subamos com asas como águias, andemos e não nos fadiguemos, corramos e não nos cansemos! ” (Isaías 40: 31).

Abraços para quem for de abraço e beijos para quem for de beijo!

Juarez Arigony

Curso de Corrida de Rua – Aprenda a Construir Planilhas Eficientes e Personalizadas

Queridas Veláz e Queridos Ázquez,

Se você participa de um dos excelentes grupos de corrida da capital dos gaúchos, deve ter percebido que, neste final de semana, o seu treinador não deu o ar da graça no treino. Pois saiba que ele estava fazendo o Curso de Corrida de Rua do Professor Álvaro Velázquez. O evento foi realizado na tradicionalíssima escola de atletismo da SOGIPA sob as bênçãos dos Professores José Haroldo Loureiro Gomes (Arataca) e Leonardo Ribas.

Além dos inúmeros ensinamentos compartilhados pelo Professor Velázquez – mestre oriundo da escola cubana – o encontro, realizado durante todo o sábado e na manhã de domingo, foi uma excepcional oportunidade de confraternização entre os professores das principais assessorias gaúchas e os amantes das provas de rua. Abaixo, Professor Thiago Bicca (Raiasul), Professor Lázaro Velázquez, Professor Quevedo (Raiasul) e eu (Raiasul) no salão Bremen da SOGIPA – local das aulas teóricas.

Conforme foi salientado pelo mestre em sala de aula, o treinamento de corrida de rua bem planejado é uma arte devido às inúmeras variáveis, condicionantes e sentimentos que estão envolvidos neste esporte. Desta forma, eu não teria condições de apresentar aqui tudo o que abordamos e discutimos durante o encontro. Sendo assim, preferi mostrar para vocês alguns destaques da parte prática que foi realizada na pista da SOGIPA – a melhor pista de atletismo do Brasil. Abaixo, alguns dos professores que participaram do curso: Eduardo Remião, Eduardo Marques, Jorge Goebel, Gabriel Peralta, eu, Daniel Rech, amigo do Dani e Davi Grass.

E, sem mais delongas, vamos ao vídeo onde o Professor Lázaro Velázquez apresenta, na prática, vários dos exercícios que foram abordados em sala de aula.

Antes de finalizar o texto, gostaria de convidá-los a participar da Corrida de Aniversário de 150 Anos da SOGIPA. A prova será realizada no próximo dia 20 de agosto (domingo), e será disputada nas distâncias de 3, 5 e 10 Km. Seguindo os moldes olímpicos, a largada e a chegada acontecerão dentro da moderníssima pista atlética da sociedade – excelente oportunidade para conhecer esta beleza da arquitetura esportiva. Vejam as informações no site http://www.sogipa.com.br/web/eventos/corrida-da-sogipa-2017.Ainda, aproveito a oportunidade para convidá-los a participar da Campanha Vai Arthur (https://www.facebook.com/vaiarthur/). A imagem pode conter: 1 pessoa, sapatos e textoAo nascer, Arthur sofreu uma hemorragia cerebral e tem paralisia cerebral quadriplégica espástica, com sequelas motoras que o impossibilitam de fazer movimentos simples como sentar sozinho, levantar-se, andar independentemente e muitas outras tarefas básicas para crianças de sua idade. A campanha tem o objetivo de angariar fundos para a realização da cirurgia corretiva (Rizotomia Dorsal Seletiva). Essa cirurgia é realizada nos Estados Unidos, pelo Dr. T. S. Park (inventor da técnica), porém, apresenta um custo muito alto para a família do Arthur (U$ 60.000,00).

Pedindo ao bom e soberano Deus que continue abençoando e protegendo o Arthur e os corredores de rua, encerro este post.

Abraços para quem for de abraço, e beijos para quem for de beijo.

Juarez Arigony