Sobre Juarez Arigony

Iniciei minhas atividades esportivas aos 6 anos através da natação, prática essa que desenvolvi ao longo de toda a minha vida. Aos 15 anos de idade comecei a correr e, aos 19, completei minha primeira maratona (Maratona Internacional do Rio de Janeiro). Nesta época, aliada à natação e à corrida, pratiquei remo na Equipe da Escola Naval. O ciclismo ingressou na minha vida com o despertar da paixão pelo triathlon, em meados de 1990. Desde então, participei de provas da modalidade em todas as suas distâncias, bem como de travessias aquáticas e diversas corridas. Considero o auge da minha trajetória ter concluído duas provas do Ironman Brasil, 2009 e 2011, respectivamente.

Treino da Equipe Daniel Rech (EDR) – Beira-Rio – 29 de setembro de 2018

Minhas Floras e Meus Faunos,

Este post é para registrar o fantástico treino desta manhã de sábado que, para mim, marcou o início da primavera no paralelo trinta e imediações. Classifico o treino de excepcional pelas diversas conjunturas que se somaram para o brilho do acontecimento. Para não me alongar, vou citar apenas duas.

Em primeiro lugar, um dia de sol incrível! As nove horas da manhã, a temperatura local à sombra beirava os 23°C – extremamente agradável! Alguns atletas se queixaram de que, correndo, o calor estava forte e dificultava a realização das três fases do treino. Sei não – sob a proteção da aroeira, eu me senti muito bem – hehehehehehe!

Em segundo lugar, foi uma oportunidade sensacional de rever a gurizada que faz da EDR uma equipe diferente das demais. Neste momento, parece que escuto alguns me perguntando que diferenças são essas. E, para replicar de forma muito simples, basta que eu use a minha máxima alegria e o meu melhor sorriso. E, as duas coisas, em uma radiante manhã de sábado, são o reflexo do que se vê nos rostos desta turma que está aí nas fotos abaixo.

Da esquerda para a direita: Jaques, Bruna, Carol, Aline, Dalila, Bina, Roslank, Claiton e Diego.

Da esquerda para a direita novamente: Diego, Bina, Carol, Bruna, Tati, Fabrício, Dalila e Mário. Aliás, apenas a Tati, o Fabrício e o Mário não estão na primeira foto. Fiz questão de colocar a segunda, com a cangibrínica presença, devido ao nosso vínculo esportivo-educacional-sócio-afetivo-amoroso-sentimental.

Além dos atletas das fotos, também estiveram presentes a Cláudia, a Danuse, a Fernanda Fehse, a Greice, a Lu, a Manair, o Mauro, a Neusinha, o Papito, a Paula e a Siomara. O problema foi que estes últimos passaram tão rápido que eu não consegui fotografá-los.

Mudando de assunto e continuando no mesmo, o final do ano está chegando, e é tempo de se vislumbrar novos horizontes e novos objetivos nas pistas, nas ruas e nas trilhas. Neste pequeno contato que tive hoje com a equipe, fiquei sabendo de várias provas e desafios que já estão traçados. Sendo assim, desejo muito sucesso a todos, e me coloco à disposição para as comemorações tanto das vitórias quanto dos fracassos (de novo: hehehehehehe!).

Para finalizar, quero agradecer ao Professor Daniel Rech pela confiança e pela oportunidade que me concedeu de auxiliar, ainda que de forma limitada, o treinamento de sua (nossa, se me permitem) equipe. E quero agradecer também a todos os atletas que participaram do treino e que fizeram deste sábado mais um dia inesquecível.

Que o bom e maravilhoso Senhor do Universo continue nos enchendo de determinação – não espere o que você espera – lute! – e muita paciência – a necessária para assistir corrida de lesma!

Abraços para quem for de abraço e beijos para quem for de beijo,

Juarez Arigony

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CIRCUITO VIVA RS DE TRAVESSIAS – 1ª Etapa – Arambaré/ RS – 16 de Setembro de 2018

Minhas Inúbias e Meus Membitararás,

Ontem de manhã, teve início o circuito de travessias mais charmoso da região sul do Brasil (título deste post). Arambaré, que em tupi-guarani é o “sacerdote que espalha luz”, recebeu os nadadores à sombra de suas fantásticas figueiras, e proporcionou momentos de alegria e confraternização aos amantes das atividades aquáticas junto à natureza.

Na chegada, no check-in, tive o prazer de rever a Professora Vivian Telles, uma das organizadoras do evento e parceira de longa data – foi minha monitora na cadeira de Aprendizagem Motora na Escola de Educação Física, Fisioterapia e Dança da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (ESEFID/ UFRGS), e, posteriormente, colega de trabalho dando aulas de natação.

Ao lado da antiga boia sinalizadora, foi montada a barraca da equipe do Grêmio Náutico União (GNU), equipe que voltei a defender nesta temporada.

Abaixo, pode-se observar a intensidade do vento (em torno de 40 Km/h) pelo balanço dos ramos das paineiras.

Aqui em baixo, eu com a “diretoria”: Mauro Quadros, Gustavo Torres, e Professor Ivan Macedo.

Da barraca da equipe até a areia da praia, via-se o aspecto taciturno do dia: nublado e extremamente ventoso – mas não estava muito frio.

Enquanto eu pensava nas dificuldades que enfrentaria nadando, o anafado amigo de bermuda branca tentava alçar voo – é mole? Cada um com os seus objetivos!

Um pouco antes da largada, recebi o afetuoso abraço do amigo e treinador Maurício Nascimento. Maurição, muito obrigado pela força e pelas orientações diárias nas piscinas do GNU.

Abaixo, com a “salsicha amarela” ao fundo (pórtico de chegada), exibo o penteado de guerra araxá. A propósito, araxá é “pato” em tupi-guarani. Assim eram conhecidos os índios da região devido a terem mãos e pés grandes.

Mas vamos colocar a touca e aquecer um pouco – gosto de entrar na água um pouco antes da largada para acostumar com a temperatura (em torno de 19°C).

E na beira da praia a gente sempre encontra a bagaceirada amiga! Aliás, vou dizer uma coisa pra vocês: tirando o pessoal da Raiacenter que está na foto abaixo (Juarez, Lívia, Cláudio e Professor Fernando) o resto era tudo bagaceira!

Depois do rápido aquecimento, ainda fui tomar uma aguinha na barraca.

E vamos nessa que o Professor Vítor Saraiva está louco pra tocar a inúbia!

Estou fazendo um curso intensivo de “adivinhão”. Já utilizando os conhecimentos adquiridos, aproveitei, ainda antes da largada, para cumprimentar o vencedor da prova – Matheus Evangelista. Depois a gente confere.

O Professor Vítor Saraiva explicou que a prova, pelas péssimas condições climáticas reinantes, teve seus percursos diminuídos para segurança de todos. A maior distância passou a ser a de três voltas no circuito de 850 metros (2550 m).

É impressionante como os animais se entendem! Fiz esta nova amizade segundos antes da partida.

E lá vamos nós!

O banho pós-evento foi um espetáculo! Observem o vento nas paineiras e imaginem que a temperatura da água era a ambiente! Ainda assim, nas travessias tudo é festa, e aqueles que participam confraternizam até no chuveiro!

Já de banho tomado, é importante manter o cabelo araxá seco!

E, mais uma vez ao lado da boia sinalizadora, a equipe do GNU tira a foto da missão cumprida.

Abaixo, um pequeno vídeo com alguns momentos do evento.

Ah! Quase esqueci! Lembram da profecia que fiz a respeito de quem seria o vencedor da prova? Aí está ele no pódio com a garrafa de Champagne! Hehehehehehehehe! Parabéns, Matheusinho!

Gente, vou ficando por aqui! Quero apenas aproveitar para deixar com vocês um pensamento que resume tudo o que a natação oferece. “Natação é como sexo: quando é bom, é maravilhoso; e quando é ruim, ainda é muito bom”!

Vejo-os em Itapuã/ RS no próximo dia 2 de dezembro para a 2ª Etapa do Circuito.

Que o maravilhoso Senhor, criador dos oceanos, rios e lagos, continue nos abençoando, protegendo e conduzindo a praias quentes e tranquilas.

Abraços pra quem for de abraços, e beijos pra quem for de beijo!

Juarez Arigony

AUDAX TRAIL TOUR – NOVA PETRÓPOLIS/ RS – 18 de Agosto de 2018

Minhas Rambos e Meus Jefersons,

Sábado de manhã, tive a alegria de me lançar em mais uma das trilhas do circuito Audax. A prova de Nova Petrópolis foi a penúltima etapa deste fantástico circuito – oportunidade ímpar de se conhecer as belezas do “jardim da serra gaúcha”. Aproveito para parabenizar todo o time Audax pelo indefectível evento, e, desde já, reservar a minha vaga para a derradeira prova de Riozinho/ RS (10 de novembro próximo).

Como sempre, cheguei cedo ao Pavilhão da Comunidade da Linha São Jacó (ponto de concentração e local da largada) localizado no alto de um morro a cerca de seis quilômetros do centro da cidade.

Não fazia muito frio, mas tinha um ventinho gelado que provocava alguma dificuldade para se tirar os casacos e vestir bermudas e camisetas.

Acho que ainda não comentei isso, mas a corrida em trilhas provoca alguns acidentes desagradáveis. Sei que vocês não vão acreditar, mas quebrei uma unha (da mão direita) no momento de colocar o chip no tênis.

Um tanto aborrecido pelo acidente ungueal ocorrido, fui passear e apreciar a belíssima paisagem oferecida pela serra.

O acesso ao local da prova poderia ser feito tanto por Nova Petrópolis quanto por Picada Café. Os dois caminhos convergem no alto do morro.

Abaixo, uma visão externa do referido pavilhão. Observem o cartaz indicando a data e o local da última das cinco etapas do circuito que mencionei no primeiro parágrafo deste texto.

Depois de caminhar bastante pelo local, não consegui, de forma alguma, amenizar o infortúnio sofrido na pata. Mas todos os atletas experientes sabem que dois itens não podem faltar na mochila de um corredor: vaselina e lixa de unha. A lixa vocês já estão vendo a utilidade; a vaselina eu explico em outra oportunidade.

E vamos nos aproximando do pórtico de largada pois está chegando a hora da verdade.

Antes da largada, encontrei os meus amigos Daltro Kruger Junior e Camila Backes. A Camila venceu a prova na sua categoria, e o Daltro obteve uma honrosa sexta colocação.

A Audax, alguns minutos antes da largada, promove, através da Avante Assessoria Esportiva um aquecimento extremamente funcional objetivando a prova.

Aí, ao meu lado, estão os professores da Avante: Guilherme Silva (camisa cinza) e Diego Teófilo (camisa azul).

E o grande professor Eduardo Marques, organizador do evento – depois do choque que levou com o microfone!

Ainda antes da largada, confraternizando e pegando as dicas com o meu amigo Carlos Severo – vencedor da minha categoria.

E, antes de correr, um pouco de meditação num local bonito e tranquilo é sempre bom! Eu disse: ME-DI-TA-ÇÃO!

Agora, vejam o vídeo com os principais momentos da prova.

 São grandes as alegrias proporcionadas pela conclusão de uma trilha difícil. As duas maiores são: as bananas da mesa de frutas,

e a medalha de finisher!

Desta vez, a Audax pensou em tudo! Visando à rápida recuperação pós-prova dos atletas, eles colocaram a linha de chegada ao lado do “Spa do Repouso Eterno”!

Agradeço ao bom e eterno Pai pela oportunidade e pelo cuidado dentro da mata no alucinante sobe e desce dos morros. E, aproveito para pedir que Ele continue nos guardando de todos os perigos das trilhas da vida.

Espero encontrá-los em Little River!

Abraços para quem for de abraço, e beijos para quem for de beijo!

Juarez Arigony

Audax Trail Tour – São Francisco de Paula/ RS – 07 Julho 2018

Audax Trail Tour – São Francisco de Paula/ RS – 07 Julho 2018

Minhas Kompany e Meus Courtois,

             Ontem, tive a oportunidade de participar de mais uma das provas organizadas pela Audax Eventos Esportivos, que, como sempre, foi um grande sucesso. A Audax foi muito feliz na escolha das localidades do seu circuito “trail”. São Francisco de Paula, município mais chuvoso do Rio Grande do Sul e maior produtor de batatas do Brasil, é belíssimo, e conta com hotéis e pousadas extremamente confortáveis.

Gostei demais de encontrar, lá, atletas que, como eu, também curtem correr na lama e no meio do mato.

Mas, não é possível reclamar das condições climáticas reinantes durante a prova. A temperatura, em torno dos 20° C, estava agradabilíssima, e o dia ensolarado com céu de brigadeiro.

Nos dois gazebos montados entre o Hotel Cavalinho Branco e o Lago São Bernardo, podia-se encontrar uma grande variedade de artigos esportivos especialmente voltados para as corridas em trilhas.

Também havia no local um rapaz vendendo uma maravilhosa pasta de amendoim. Ele deixava o cliente provar a iguaria, e ainda mostrava os efeitos do produto no corpo dos usuários.

E por falar em provar iguarias, maravilhoso foi o café que nos foi oferecido pela Michele (Chef do Hotel Cavalinho Branco) por ocasião da nossa chegada. Saí de Porto Alegre de madrugada, e cheguei lá vesgo de fome! O café caiu muito bem: feito Minâncora em espinha!

Depois do café, muito exibido, sentei no poço pra arejar o joanete e colocar o “chip” no tênis.

Senti falta da companhia da minha equipe. Sendo assim, mais metido do que piolho em costura, fiz amizades e fui me meter nas equipes dos outros! Na foto a seguir, tive grande prazer em formar com o pessoal da Equipe Meta!

O gramado em frente ao Cavalinho Branco estava tomado pelas equipes e pelo pessoal de apoio.

Um pouco antes da largada, todo mundo se reuniu para um breve aquecimento funcional puxado pelos professores da Avante (Assessoria Esportiva de Porto Alegre).

Tive alguma dificuldade pra me entrosar com o início do aquecimento. Ainda estava meio traumatizado pelo sonho que tive à noite: o Lukaku estava querendo me pegar – só podia ser pra perguntar o endereço do site!

Enquanto todos olhavam para o Norte, eu, aparvalhado, mirava o sul!

Aí eu fui melhorando…

… consegui entrar na posição de hacer caca en el bosque,

E acabei me agigantando!

E vamos correr que foi pra isso que viemos aqui!

Depois de correr e pegar a medalha de participação,

fui comprar uns quedes limpos e novos. Eu fui mal na corrida por causa dos tênis (e do sonho)!

Antes de voltar a Porto Alegre, como sou um “corredor raiz”, tive que prestar minha singela homenagem àqueles que, no passado, moldaram e construíram as nossas raízes: tropeiros,

e carreteiros que desbravaram os campos de cima da serra.

A próxima etapa da Audax Trail Tour será no dia 18 de agosto em Nova Petrópolis/ RS, e já fiz a minha inscrição, pois tenho certeza da beleza do percurso e da qualidade do evento.

Que o bom e maravilhoso Deus, criador do Universo, continue nos abençoando e protegendo de todos os Hazards da vida!

Abraços pra quem for de abraço e beijos pra quem for de beijo!

Juarez Arigony

35ª Maratona Internacional de Porto Alegre – 10 de Junho de 2018

Meus Joãos e Minhas Dandas,

             Hoje de manhã, debaixo de uma chuva intermitente e de temperaturas relativamente baixas, realizou-se, na capital de todos os gaúchos, a prova mencionada no título deste post. O dia não estava dos mais bonitos. Dava a impressão de que não havia amanhecido. E, por falar nisso, muito antes do alvorecer, eu e o Professor Daniel Rech já estávamos de barraca armada no estacionamento do BarraShoppingSul. Chegamos cedo porque se tratava da mais importante prova de rua realizada em solo sulino, e, sendo assim, merecia a preparação detalhada da estrutura de apoio aos atletas da Equipe Daniel Rech (EDR). Além disso, com a proximidade do dia dos namorados, foi a oportunidade de ficarmos a sós e discutirmos a relação…

Pouco a pouco, o estacionamento do shopping foi-se enchendo de barracas das assessorias e, da mesma forma, os incautos começaram a chegar.

De repente, recebemos a agradável companhia dos “Amigos da Corrida” de Uruguaiana/ RS, equipe também treinada pelo Professor Daniel Rech. Muito religiosos, eles trouxeram duas freiras da Ordem das Irmãs Velozes da Capa Branca de Passo de Los Libres.

Logo após as irmãs rezarem, rapidamente, cinco terços pelo sucesso dos “Amigos da Corrida”, o Professor Daniel Rech, com sua sensível pedagogia, deu as últimas instruções para os fronteiriços: “Corram e só parem depois da Ponte da Amizade!”

Abaixo, a tradicional foto das equipes. De camiseta laranja, a EDR; de verde, os “Amigos da Corrida”.

Vejam a seguir a imagem do túnel de acesso aos pórticos de largada. Este túnel liga o estacionamento inferior ao superior do Shopping.

No vídeo abaixo, tento mostrar para vocês o que era a empolgação e a alegria dos atletas alguns minutos antes da largada – contagiante!

Tive que tirar uma foto com meu grande amigo, o Professor “Ironman” Carlos Lara. Ele compareceu ao evento só para dar pace para os seus alunos – muito bacana!

E aí em baixo estão as três primeiras corredoras da EDR a completar a prova: Fernanda, Magda e Fabíola – que orgulho desta medalha!

Um pouquinho depois, juntaram-se a elas a Aline e a Lúcia.

E, em pouco tempo, todas as flores estavam reunidas formando o bouquet da Equipe Daniel Rech. Parabéns, gurias!

Antes de encerrar, quero prestar uma homenagem especial ao meu amigo João Danda (de quem utilizei o nome para o vocativo inicial). O homem realizou a sua octogésima (80ª) maratona. Se fizermos as contas, veremos que, só fazendo esta prova, ele correu 3375,28 Km (isso é quase Porto Alegre a Maceió!). Some-se a isso as distâncias realizadas em treinos, e veremos que o feito não é muito fácil de ser conquistado. Sendo assim, deixo aqui os meus sinceros parabéns ao queridíssimo atleta e votos de muitas outras maratonas bem-sucedidas.

Vou ficando por aqui só lembrando a todos vocês que depois de amanhã é o dia dos namorados. Aproveitem, curtam e beijem muuuuuuito! E, lembrem-se, se o (a) seu (sua) namorado (a) te pedir um tempo e mais espaço, é só porque, como você é corredor (a), ele (a) está querendo calcular a sua velocidade (velocidade = espaço ∕ tempo)!

Que o bom Deus e Senhor do Universo continue nos abençoando e protegendo dos dias de frio intenso!

Abraços pra quem for de abraço, e beijos pra quem for de beijo!

Juarez Arigony

Audax Trail Tour – São José do Hortêncio/ RS – 31 de março de 2018

Minhas Mandiocas e Meus Aipins,

Hoje de manhã, a viagem até o Vale do Caí, apesar dos resquícios de uma forte gripe e do trânsito um pouco pesado, foi muito tranquila e, na chegada, senti-me privilegiado por poder desfrutar da bela paisagem oferecida da Ponte Engenheiro Daniel Ribeiro sobre o Rio Cadeia – divisa dos municípios de Presidente Lucena e São José do Hortêncio.

Como acredito que todos saibam, São José do Hortêncio é a capital nacional da manihot esculenta. Por isso, na entrada da cidade, não resisti à curiosidade, e fui me embrenhar entre os pés de inhame.

Esqueci-me de comentar, e o faço agora: às 11 horas da manhã deste sábado, na cidade mencionada no título e no parágrafo anterior, teve início o circuito de trilhas promovido pela Audax Eventos Esportivos. Apesar de não estar inscrito na primeira prova da temporada, resolvi correr na categoria “pipoca”. Ainda tentei me alistar alguns minutos antes da largada, mas não foi possível – os eventos da Audax, pela qualidade de que são cobertos, estão cada vez mais disputados, e, conforme vocês poderão observar nas fotos a seguir, os guris (Edu, Rossato e companhia), mais uma vez, obtiveram o merecido sucesso. Já aproveito para deixar aqui os meus parabéns a toda a Equipe Audax, e para desejar que eles continuem montando provas cada vez mais instigantes e desafiadoras.

Devo dizer que, para não deixar que a gripe me prejudicasse, tomei um chá, recomendado por um amigo, de feijão africano misturado com artemísia. Abaixo, uma meia hora antes da largada, com meu amigo Edu Marques – “culpado” (organizador) pelo evento.

Logo após cumprimentar o parça, fui dar uma volta pelo local do evento, que estava tomado pelas diversas equipes e assessorias oriundas de diferentes regiões do Rio Grande do Sul. Encontrei este stand de óculos esportivos e gostei de vários. Os caras têm loja em Porto Alegre, e, se alguém tiver interesse, é só me pedir que eu divulgo o endereço em particular.

Como comecei a me sentir bem, aproveitei também para tirar fotos com novos amigos,

e com amigos novos!

Aí veio a hora do aquecimento, que foi promovido pela Avante Life Style. O professor Guilherme Silva (à frente, de camisa azul e com o microfone) utiliza o sistema de treinamento Flowfit, que, através de padrões de movimentos funcionais, permite que o corpo do atleta trabalhe de forma integrada. E lá fui eu, cheio de empolgação, fazer Flowfit!

Dei tiros nos inimigos utilizando o corpo todo!

Abusei da circundução dos quadris (o chá estava fazendo efeito)!

E, depois, pedi perdão por escrever tanta bobagem!

Para finalizar, o professor Guilherme nos ensinou a fazer o “raio” com a mãozinha no queixo – movimento funcional e meigo… muito meigo!

Para quem não conhece o local da prova, aí está uma vista do ponto de partida. Após esta linda relva que forra o início da primeira subida, começa um sobe e desce sem fim pelas montanhas de barro, poças de água e lama.

E vamos para a largada!

Eu estava cada vez mais animado!

Abaixo mostro o vídeo da largada e da minha chegada após os 12 Km. A prova foi muito difícil devido à chuva fina no início, e ao terreno extremamente escorregadio. Some-se a isso a minha estupidez de não usar um tênis apropriado para trilhas.

Cheguei imundo e louco de sede!

Corri com um tênis fino e sem travas, e tomei vários tombos ao longo do percurso – por sorte, não me machuquei! Acho que o chá também ajudou, mas eu vi algumas coisas meio estranhas no meio do mato! A primeira foi o tubarão-cavalo da foto abaixo!

E, parece que ele tinha atacado aquele cidadão conhecido como the nigga dick! Eu passei pelo acessório…

Mas, vamos deixar assim! A Audax Trail Tour ainda terá mais quatro etapas: Santa Maria do Herval (12/ 05), São Francisco de Paula (07/ 07), Nova Petrópolis (29/ 09), e Picada Café (10/ 11). Se Deus permitir, estarei em todas!

E por falar no bom e maravilhoso Criador, desejo que ele continue nos abençoando e protegendo dos terrenos escorregadios que nos jogam no chão!

Abraços para quem for de abraço, e beijos para quem for de beijo!

Juarez Arigony

Treino da Equipe Daniel Rech (EDR) – Parque Marinha do Brasil – 17 de março de 2018

Meus Kettles e Minhas Bells,

Hoje, tive a honra de substituir o Professor Daniel Rech, que foi a Nova York correr a meia, no treino da equipe no local referenciado no título. Embora o quórum tenha sido baixo, a presença daqueles que compareceram – só o escol – me proporcionou a possibilidade de ajudá-los de forma modesta e, por isso, uma grande alegria.

Eu já disse anteriormente, – aqueles que leem meus posts já sabem –: “antes da hora é a hora; em cima da hora é atraso; e depois da hora é contravenção disciplinar”. Por isso, como o Professor Daniel havia marcado o treino para às oito horas, cheguei com uma certa antecedência (às sete) para poder preparar o ambiente.

O dia estava maravilhoso! Fazia um sol que tornou o último sábado do verão de 2018 digno de grandes recordações e saudades. Eu estava sentado, apreciando o descortinar do dia ao levante do Lago Guaíba quando os atletas da EDR começaram a chegar – as primeiras foram a Tati e a Laura.

Pouco depois, chegou a Ana Rita.

Enquanto aguardávamos a chegada dos colegas, observei a movimentação de dois rapazes que traziam alguns kettlebells e se posicionaram ao lado do busto do Marquês de Tamandaré.

Durante um bom tempo, eu fiquei observando os caras, e considerei que o treinamento era bastante difícil, envolvendo muita força e resistência muscular. O de camisa preta é o Professor Sandi Martin e o de camisa branca é o Professor Guto Rigo.

E a gurizada da equipe foi chegando! Aí em baixo está o último grupo que saiu para correr: o Coronel com o Alessandro; e a Ana Rita, a Silvana e a Chris. Aliás, o treino dessas três foi interessantíssimo: uma hora dividida da seguinte maneira – 59 minutos caminhando e 1 minuto correndo! Mas pense numa corrida de 1 minuto – chegaram babando!

Mas eu estava realmente impressionado com o treinamento dos rapazes! Debaixo de um solaço de uns 30°C eles continuavam levantando as gyrias (kettlebells em russo) e fazendo cada vez mais força! Abaixo, o Professor Guto Rigo realizando o jerk.

Quem me conhece sabe que eu não posso ver homem bonito! Foi numa das pausas que eu não me sofri e fui até lá conversar com eles!

Os dois professores foram extremamente atenciosos comigo, e me deram uma série de explicações que eu compartilho com vocês aí em baixo.

Depois deste papo bacana, o pessoal que tinha saído para correr começou a chegar. Enquanto a Ana Rita, a Chris e a Silvana brindavam com uma água Perrier estupidamente gelada, a Tati e a Laura usufruíam do alongamento ministrado pela Professora Laura.

Pera aí! Deixa eu mostrar melhor o alongamento! Também quero aproveitar para pedir à Prefeitura da cidade de Porto Alegre que providencie o corte da grama do parque. O mato está tão alto que a Professora Laura não teve como utilizar os colchonetes para realizar o seu trabalho. O que solicito não visa apenas o interesse dos atletas que utilizam o parque para treinar, mas, sim, o interesse de todos os que desejam uma cidade limpa e em melhores condições de higiene.

Terminamos o treino com um alegre e carinhoso abraço! E eu termino o post com um versinho que elaborei ao escolher as fotos para colocar neste texto – coisa mais querida!

Meu nome é Juarez, e o treino de hoje não foi meu

Afinal, foi o Professor Daniel que escreveu!

Mas posso dizer que quem foi ficou feliz, curtiu e correu

E quem não foi ficou triste, chorou e se… perdeu!

Que o maravilhoso Deus e Senhor do Universo continue permitindo que ergamos as gyrias da vida com potência cada vez maior!

Abraços para quem for de abraço e beijos para quem for de beijos!

Juarez Arigony