COFFEE BREAK COM CORREDORES

Meus Petitòs e Minhas Petitàs,

            Quarta-feira passada à noite, tive o privilégio de conversar e tomar um café com cinco feras, que, além de grandes corredores, são amigos maravilhosos. Encontramos-nos no “Petites Délices” do BarraShoppingSul e, durante algumas horas, trocamos idéias sobre diversos assuntos que, de uma ou de outra forma, fazem parte do mundo das provas de rua.

            Os amigos a que me referi no parágrafo anterior são Danuse Fighera, Diego Fonseca, Luciano Flores, Mário Nascimento e Roberto Pacheco. Cada um contou um pouco da sua história: por que começaram a correr, as provas de que gostam de participar, seus objetivos futuros, treinos, enfim, particularidades e curiosidades da vida esportiva de cada um.

            Nenhum deles é corredor profissional. Todos treinam, participam de provas e têm suas profissões. Isso demonstra que é possível – basta querer e se dedicar! Danuse, além de fisioterapeuta, é uma excepcional corredora que fechou a última maratona internacional de Porto Alegre em 3h 30min. Diego é professor de educação física e, além de correr, está se preparando para o triathlon. Luciano, atuante na área da tecnologia da informação, está treinando para completar um percurso de 30 Km em novembro próximo. Mário Nascimento, advogado, é praticamente um maratonista Sub 3, já que tem o tempo de 3h 04min na distância. O Professor Beto, treinador da Biofitness, é ultramaratonista, tendo corrido a ultra de Rio Grande (50 Km) em 5h.

            Sugiro-lhes que, para um melhor entendimento deste post, busquem o auxílio de caixas de som. É essa filmagem que disponibilizo para vocês, no espaço abaixo, dividida em três partes.

            Vejam, no primeiro vídeo, os seguintes tópicos: a “inveja” do Mário; Danuse e o esforço para conciliar horários; Beto e a cura da asma; Diego, nosso afilhado, e o nosso sonho; e, por fim, a questão da competitividade.

Assistam a seguir a segunda parte do nosso “papo” e tomem conhecimento do saudável duelo entre o Diego e o Luciano; vejam o que o Professor Beto pensa a respeito das pessoas com quem competimos e, ainda, as dicas do Mário para quem está começando a correr.

Para encerrar, todos os corredores convidados apresentam dicas: a importância do check-up (Mário), força de vontade e persistência (Danuse), a diferença entre praticantes e corredores (Professor Beto), a tranqüilidade do Luciano, os limites físicos e psicológicos do Diego e os meus agradecimentos.

Considerei o encontro significativamente positivo e podem estar certos de que haverá outros.

            Por enquanto, fico por aqui e me despeço desejando que todos os corredores permaneçam na batalha, e que os praticantes de corrida descubram e sintam a paixão que está envolvida neste esporte.

            Fiquem com Deus!

Abraços e beijos,

Juarez Arigony

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11 respostas em “COFFEE BREAK COM CORREDORES

  1. Nossa!!!! Já vi três vezes cada video. Muuuuito legal. Otima ideia. Dá pra sentir a paixão de todos pelo esporte. Pena não vermos mais iniciativas assim por aí… Mais uma vez meus parabéns para o casal Iron. Exemplo para nós.

  2. Novo talk show: “Tomando Café no Shopping com o Juarez.” hehehe. O único problema é que o cara não tem diploma de jornalista…hahaha, mas ficaram muitos legais ou vídeos e o papo.

  3. Muito legal, adorei! Queria dizer que partilho da motivacao do Mario (tb comecei a correr por “inveja” dos corredores que eu via). E o comentario que ele fez sobre as figuras que vemos nas corridas….venham pra cah pra vcs verem o que eh diversidade..heheh… Concordo totalmente com a Danuse, sempre teremos uma desculpa, correr eh um esporte mental e nos somos todos insanos… 🙂 PARABENS! Final do Ano pinto por aih para treinarmos juntos!

  4. Olá pessoal do bem!
    Juarez, primeiramente, agradeço pelo vídeo. Achei incrível vários pontos-de-vista acerca da corrida, mas todos com um objetivo em comum: correr para se superar, se conhecer, se identificar.
    Sempre gostei de correr, mas só em outubro passado que passei a descobrir a minha identidade.
    Não sou corredora Sprinter e nem gosto disso. Eu gosto de ganhar as ruas da minha cidade, com suas subidas, descidas, calçadas desniveladas, seus cachorros briguentos, carros, pessoas…
    Eu deixo o meu corpo ascender a minha alma à felicidade plena por meio da endorfina, principalmente. Não gosto de sair para correr menos de 1 hora. Eu gosto dessa briga eu x eu como a Márcia falou. Tem um momento na minha corrida (acredito que vocês sintam isso), um clímax, como se a endorfina tivesse seu pico naquele momento e incrivelmente parece até que estou voando. Sinto muita leveza em minhas passadas, parece que atingi um ponto de perfeição na biomecânica da corrida. Neste momento, que surge lá pelos 50 minutos, eu tiro meu boné e olhando para o Céu, agradeço a Ele, por me dar aquele momento tão efêmero, mas demasiadamente eterno.
    Já corri 3 horas até queimar as panturrilhas só para parar de doer a dor na alma. Era um momento triste, mas a corrida transformou aquela dor da alma em dor física que, para mim, é nada! Aguento no osso! hehehe…! Afinal, foi a própria corrida que me ensinou que dores físicas são nada… absolutamente nada perto de uma “facada no coração” por uma tristeza, uma mágoa, um ressentimento.
    Enfim, acredito ser mesmo corredora, e não praticante de corrida. Faço porque AMO a endorfina, a consequente felicidade, a paz, o aconchego e a possibilidade de me sentir a própria Natureza, e não somente próxima a ela.
    Eu poderia ficar escrevendo acerca da corrida sem parar, pois é uma paixão! Uma paixão, um amor, um esporte que eu realizo com a força da alma…
    Só de ter escrito aqui mostra que eu também conquistei mais uma coisa muito bacana nesse universo: as amizades. Corrida é paixão, amor, paz, amizade, confraternização e VIDA!
    Beijinhos e abraços em cada um de vocês, queridos corredores!

    • Thais,
      Agradeço a tua força e considero um privilégio ter a tua atenção nos posts que escrevo! Pode aguardar que novos vídeos virão! O nosso Departamento de Produções Artísticas já está trabalhando neste sentido.
      Beijo,
      Juarez

  5. Luciano,
    Infelizmente, eu não posso prescindir dos comentários delas – ambos, por diferentes razões, são importantíssimos para mim. Mas, também posso te assegurar da relevância das tuas observações. Temos aqui uma tribuna livre onde todos sempre serão muito bem-vindos, principalmente amigos queridos como você.
    Grande abraço,
    Juarez

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